A Mercedes afastou-se do Grupo dos 7, na questão que as opõe à Ferrari e à FIA, após uma conversa entre o chairman da Daimler, Ola Kallenius, que falou com o seu congénere da Fiat Chrysler e Ferrari, John Elkann. Kallenius pediu, depois a Toto Wolff, líder da Mercedes F1, para sair da ação coletiva e a razão tem a ver com uma cooperação entre a Daimler, BMW e Fiat no desenvolvimento de tecnologias de condução autónoma. Neste contexto, o extremar de posições entre a Ferrari e a Mercedes na Fórmula 1 iria certamente colocar pressão nessa parceria, para além de muito má para a imagem da Fórmula 1. Agora, as seis equipas estão a avaliar os seus próximos passos.








