A Aston Martin deverá ter fechado a torneira das atualizações para este ano e não apresentará pacotes de desenvolvimentos de monta para o AMR22. A equipa de Silverstone teve de repensar todo o seu conceito após a versão A do monolugar não ter dado para muito mais do que discutir com a Williams os lugares do fundo do pelotão. A nova versão, que a equipa insistiu ter sido projetada ainda no ano passado, tem traços profundos semelhantes ao carro da Red Bull. Ainda antes da pausa de verão, a equipa liderada por Mike Krack apresentou uma nova asa traseira polémica. Alguns adversários apontaram o dedo à equipa por apresentarem um componente que iria contra o regulamento técnico, mas os responsáveis da Aston Martin esclareceram que a FIA estava por dentro do processo e garantiu a legalidade da peça.
“Mantemos algum orçamento para o desenvolvimento”, disse Tom McCullough, responsável pelo desempenho do AMR22 ao Auto Bild. “Mas já desenvolvemos muito e mudámos muito o carro. O desenvolvimento do carro para 2023 já está em curso. É possível desenvolver peças maiores, como uma asa, mas isso custa muito dinheiro. É uma simples questão de dinheiro”.
As palavras de McCullough confirmam as do seu chefe de equipa, que anteriormente disse que o “foco tem estado no AMR23 há já algum tempo, porque o carro precisa de ter um bom desempenho desde o começo” da época. Mike Krack insistiu ainda que que as atualizações feitas no AMR22 foram bem-sucedidas, embora “simplesmente não o suficiente” para a equipa estar noutra posição na tabela classificativa.










