James Vowles espera ganhos de desempenho a longo prazo em vez de lucro comercial imediato com a contratação de Carlos Sainz, confirmada recentemente.
A Williams deu um passo significativo ao contratar Carlos Sainz, que se juntará a Alexander Albon na grelha em 2025. Esta mudança para uma equipa que ocupa atualmente o penúltimo lugar na classificação do campeonato do mundo é digna de nota. Espera-se que esta decisão traga mais atenção à Williams em comparação com a sua anterior formação com Logan Sargeant, que, apesar de ser da mesma nacionalidade que o mercado atualmente mais forte na questão comercial da Fórmula 1, não teve o impacto desejado em termos de resultados.
James Vowles reconhece que, embora a contratação de Sainz possa não trazer ganhos comerciais imediatos, pode potencialmente encorajar os patrocinadores que estão em discussões prolongadas a comprometerem-se finalmente. A presença de um piloto de alto nível como Sainz deverá servir como prova do compromisso da Williams com o caminho ambicioso que o líder da equipa britânica tem defendido publicamente.
“Se tornarmos o nosso carro mais rápido ou se tivermos pilotos que se superem reciprocamente, ganhamos posições no campeonato e receitas de patrocínio”, explicou Vowles, que mudou um pouco o discurso desde 2023, afirmando agora que a Williams tem “de investir as finanças num piloto – ou em dois – que sabemos que vão fazer a equipa evoluir”.
A experiência de Sainz pode desempenhar um papel crucial na melhoria do desempenho geral da equipa, o que, por sua vez, atrairá mais oportunidades comerciais à medida que os resultados da equipa melhorarem ao longo do tempo, mas James Vowles dá conta que isso não será fácil. “Sempre fui coerente com esta mensagem, mesmo com os patrocinadores, [a entrada de Carlos Sainz] não mudará tudo de um dia para o outro, mas levará a mais sucesso no futuro. Estou confiante nisso”.
Foto: MPSA/Phillipe Nanchino










