F1: Toto Wolff sabe que é preciso dar tempo a Kimi Antonelli

Por a 2 Janeiro 2025 15:00

Andrea Kimi Antonelli vai fazer a sua estreia na F1 pela Mercedes, assumindo o lugar de Lewis Hamilton, isto com apenas 18 anos. Um desafio tremendo para um piloto com pouca experiência. Toto Wolff, chefe da Mercedes, está ciente de que os primeiro tempos poderão não ser fáceis e que será preciso dar tempo ao jovem prodígio para mostrar todo o seu potencial.

Toto Wolff estava inicialmente interessado em contratar Max Verstappen, mas o piloto neerlandês decidiu permanecer na Red Bull Racing. Em vez disso, a Mercedes escolheu Kimi Antonelli, com Wolff a apoiar totalmente esta decisão. No entanto, Wolff adverte contra a expetativa de sucesso imediato de Antonelli, reconhecendo a necessidade de o jovem talento crescer e aprender com os erros. Ele vê 2025 como um ano de transição, preparando Antonelli para as mudanças significativas nos regulamentos de 2026.

“Esperamos que o Kimi mostre do que é capaz o mais cedo possível”, disse o austríaco à Auto, Motor und Sport. “Se esperamos que ele faça a pole position em Melbourne, ganhe a corrida e dispute o campeonato imediatamente, isso é perigoso, porque não vai acontecer. Se tivermos em conta que ele tem apenas 18 anos, é muito talentoso, mas precisa de crescer e cometer erros primeiro, o risco é menor. Vemos 2025 como um ano de transição e queremos prepará-lo para 2026, quando tudo começa do zero para todos. Disse que íamos optar pelo Kimi, porque nos parece correto. Agora vamos ver onde tudo isso nos leva”, concluiu o chefe da equipa Mercedes.

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20 comentários

  1. Canam

    2 Janeiro, 2025 at 19:22

    Foi posto num poleiro muito alto, com a ingrata tarefa de substituir um “monumento” chamado Lewis Hamilton. Os italianos andam desde o Ascari há 70 anos à procura dum piloto que ganhe um mundial. Tantos tem passado pela F1. Este é jovem sim senhor, mas não fez nada do outro mundo até agora. A Mercedes lá sabe o que viu nele.

    • jo baue

      2 Janeiro, 2025 at 21:03

      Se bem que para os italianos em 1º lugar esteja a Ferrari, em 2º lugar a Ferrari, e a seguir vem o resto.
      O Andretti, que nasceu e cresceu em Itália ( e que ainda foi refugiado nesse seu país) não pode ser considerado italiano? Eles consideram-no, tal como ao Fittipaldi e ao Fangio ( filho de imigrantes italianos). E sem falar no Senna. Um pouco como os portugueses face ao Santo António.

      • Pity

        3 Janeiro, 2025 at 10:27

        O Santo António nasceu em Lisboa, caso não saiba. Nasceu exactamente onde está a igreja a ele consagrada. O seu nome de batismo era Fernando de Bulhoes.

        • jo baue

          3 Janeiro, 2025 at 15:10

          É assim tão difícil compreender um simples texto em que é utilizado um exemplo comparativo, ou temos que ir para a estatística da OCDE ?

          – O Andretti nasceu em território italiano, é filho de italianos e viveu parte da infância em Itália.
          – Por essa, ou essas razões ( ius sanguinis e ius soli) os italianos consideram- no italiano.
          — O Santo António nasceu e viveu em Lisboa/ Portugal ( e há algum português com o mínimo de instrução que o ignore ?! )
          — Logo, ….
          Não consegue mesmo perceber o silogismo ?

          • Pity

            3 Janeiro, 2025 at 15:46

            Silogismo remete para Filosofia, que nunca foi o meu forte, mas ainda assim, não vejo silogismo nenhum, vejo uma patetice, isso sim. Pilotos argentinos ou brasileiros, serem considerados italianos, por causa da ascendência, não tem comparação com o Santo António, não são os portugueses que o consideram português, ele era português. O que acontece, é os italianos dizerem que ele era de Pádua, porque morreu lá.

          • Leandro Marques

            3 Janeiro, 2025 at 16:34

            Ele até viveu bem mais anos em Portugal que em solo italiano…

          • jo baue

            3 Janeiro, 2025 at 16:35

            Que você seja contra, ou ache que há cidadãos nacionais de 1ª e de 2ª, é uma coisa, outra é o que diz a lei. Pergunte lá à sua guru Ju Cerasoli o que é que isto quer dizer ( redacção da Lei 91/1992, em vigor, gentilmente enviado por uma italiana):

            Art. 1.1. È cittadino per nascita:a) il figlio di padre o di madre cittadini;

            “os italianos dizerem que ele era de Pádua, porque morreu lá”…

          • jo baue

            3 Janeiro, 2025 at 16:39

            Que você seja contra, ou ache que há cidadãos nacionais de 1ª e de 2ª, é uma coisa, outra é o que diz a lei. Pergunte lá à sua guru Ju Cerasoli o que é que isto quer dizer ( redacção da Lei 91/1992, em vigor, gentilmente enviado por uma italiana). Repare no pormenor de isto estar escrito logo à entrada dessa lei ( e provavelmente também está na Constituição) :

            Art. 1.1. È cittadino per nascita:a) il figlio di padre o di madre cittadini;

            “os italianos dizerem que ele era de Pádua, porque morreu lá”…

          • Pity

            3 Janeiro, 2025 at 17:51

            Eu quero lá saber das leis de cidadania italianas para alguma coisa? O que me incomodou foi a sua analogia com um português. A frase “.um pouco como os portugueses face ao Santo António“, em que parece querer dizer que ele não era português.

          • jo baue

            3 Janeiro, 2025 at 18:09

            Continua a sua dificuldade em interpretar e facilidade em deturpar um texto. Mas por mim termino aqui.

          • Thor

            3 Janeiro, 2025 at 17:46

            Será tipo os emigrantes que vêm para cá, casam e são Portugueses de gema?

  2. Breno Mascarenhas

    2 Janeiro, 2025 at 20:53

    Já começaram as desculpas !

  3. Thor

    2 Janeiro, 2025 at 22:21

    Não precisou quase de tempo nenhum para destruir o carro do Russel. 10m +-.😁
    Acho que tem de se dar tempo ao tempo, principalmente por ter de substituir um dos melhores de sempre.

    • Thor

      3 Janeiro, 2025 at 12:54

      Desculpem as pessoas mais sensíveis.

    • Pity

      3 Janeiro, 2025 at 12:58

      Sim, foi muito rápido a destruir o carro, mas a Mercedes tem culpa nisso. Pôr-lhe um carro com pneus macios nas mãos, na primeira vez que guiava aquele carro, e ainda por cima em casa dele. Lógico que o miúdo se queria ir exibir.

      • Thor

        3 Janeiro, 2025 at 13:43

        Verdade! Por causa dessa “aventura” já leva uma sombra, de que não precisava neste primeiro ano.

        • jo baue

          3 Janeiro, 2025 at 17:10

          E já o disseste quantas vezes ? Porque não varias e falas do que diz a telemetria? Um rookie, a 1a vez com aquele carro, na desconhecida pista de Monza com novo tapete de asfalto, na sua 2a volta lançado em só 10 min, chega a Lesmo II com 3 Km/h a menos que o HAM percorrendo, porém, a curva 10 Km/h mais rápido do que a melhor volta do 7 vezes campeão do mundo… E não acabou. Falta a Ascari. Aqui ( na sua 2a volta lançada, portanto) entra com uma velocidade igual à do HAM, mas o confronto é arrasador: O HAM faz a Ascari a 176/Km/h ao passo que o Antonelli a faz a 190, bem mais rápido 14 Km/h..Depois é que vem o desastre na Alboreto onde chegou com uma vel máx > em 3Km/h, mas perdeu a aderência. Qualquer pessoa q veja o on board constata que procura usar todo o milímetro do asfalto antes de entrar na curva assim com + velocidade como consequência directa. Uma e mais vezes aflorou a relva na borda da pista sem jamais a tocar com a roda para não arruinar a volta, mas paradoxalmente o que lhe arruinou a volta foi o asfalto . . Fica, no entanto, uma muito boa prestação na sua estreia alcançando o record no micro-sector da Ascari. Agora são tudo suposições, mas provavelmente sem o incidente na parabólica o inexperiente rookie teria ficado à frente do heptacampeão do mundo da F1 com apenas dez minutos em condições reais de corrida.
          Consistência, isso trabalha-se, já a velocidade é impossível.

          • Thor

            3 Janeiro, 2025 at 17:43

            Penso que foi a primeira vez que falei disto. Deves estar confundido. De quaisquer forma teve um acidente, estragou bastante do carro e ficou por aí.
            Parabéns pelo micro setor! 10km/h mais rápido do que o Hamilton e depois foi no carro médico enquanto o Hamilton estava a dar entrevistas.
            Por amor da Santa!
            E a velocidade trabalha-se sim senhor. Com maiores ou menores ganhos, mas trabalha-se, como tudo o resto, no Desporto e na Vida!

          • jo baue

            3 Janeiro, 2025 at 18:02

            Okay. Fica o lema : ” A velocidade trabalha-se no Desporto e na Vida ! “

          • Thor

            3 Janeiro, 2025 at 18:26

            Há atletas a treinar 4 anos para os Jogos Olímpicos (chama-se macrociclo nesse caso) para melhorar um, dois décimos nos tempos
            Se quiseres aprender lê, não sejas Inácio.
            Passou o Natal, passou o Ano e continuas o mesmo incompreendido.
            Tenho pena de ti.

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