“Alguém precisa de ser o vilão às vezes, e sou eu hoje. É preciso pesar o que pode acontecer. O que é que eu escolho: ser o vilão no domingo à noite, ou um idiota em Abu Dhabi, no final da temporada? Eu prefiro ser o vilão hoje do que o idiota no final do ano. Vimos na Áustria: lideramos com os dois carros, para o campeonato de construtores significaria 43 pontos a mais e terminamos com zero. Agora vamos para Suzuka, depois Austin, se tivermos um fim de semana desastroso e a diferença passa a ser de 25 pontos no campeonato de pilotos, porque acabamos de marcar zero e o Sebastian ganhou, tudo fica completamente diferente. É duro. Talvez estejamos a jogar muito seguro. Mas eu já vi resultados esquisitos no automobilismo, coisas que foram derrubadas na vitória. Nesta temporada, já vimos a Ferrari ser o carro dominante por duas ou três corridas, e agora somos nós novamente. Não se pode dar como certo o desempenho de hoje e a performance de ontem”, disse Wolff.










