Franz Tost admitiu que a sua equipa ainda não superou a perda de Max Verstappen no início de 2016. A estrutura de Faenza viu-se sem o jovem holandês a partir da quarta corrida do ano, momento em que a casa-mãe optou por integrar Verstappen na sua estrutura e ‘devolver’ o russo Daniil Kvyat à Toro Rosso.
“Mudar de pilotos a meio da temporada é sempre um problema para qualquer estrutura. O piloto é um elemento de motivação para todos os membros da equipa. O Max é um piloto especial e perder alguém como ele não tem sido fácil”, confirmou o patrão da Toro Rosso, que também deixou palavras de elogio sobre Kvyat, de regresso à equipa após um ano e meio com a Red Bull:
“O Daniil Kvyat é um piloto muito talentoso, mas no início desta troca foi difícil para ele aceitar a mudança de uma equipa como a Red Bull, que está a lutar pelas primeiras posições, para uma equipa do meio da tabela. Mas neste momento a situação está a melhorar”, confirmou.
Tost garantiu ainda que nunca teve dúvidas sobre as qualidades de Verstappen, mesmo antes de o piloto realizar a sua estreia com a equipa:
“Conheci o Max no karting e vi todas as suas corridas na Fórmula 3 em 2014. Após a corrida no Norisring liguei para o Helmut Marko para lhe dizer que não era um risco apostar nele. Este miúdo tem um controlo incrível do carro, nenhum problema com a velocidade e compreende muito bem os aspetos técnicos, incluindo os pneus. Após esse teste nos primeiros treinos livres do GP Japão [2014], era óbvio que não representava qualquer risco”, concluiu.








