F1: Sebastian Vettel pode ‘bater com a porta’ e sair da Fórmula 1
Algumas figuras do paddock da Fórmula 1 têm sugerido a ideia de que Sebatian Vettel pode estar prestes a terminar a sua carreira no desporto, abandonando a modalidade. Várias pessoas têm sentido que algo se passa com o antigo tetracampeão do mundo, ao serviço da Ferrari desde 2015 após ter passado a maior parte da sua carreira como um piloto da Red Bull.
“Algumas coisas já tínhamos visto nele, mas tem sido um pouco mais incaracterístico do que em anos anteriores”, referiu o colega de equipa de Vettel em 2014, Daniel Ricciardo. Também Christian Horner tem sentido uma mudança no seu antigo pupilo, em particular nas críticas ferozes e na forma como as expressa. No final do ‘quente’ GP do México, o diretor da Red Bull afirmou que esta característica de Vettel “não era um atributo que ele tinha” quando conduzia para a Red Bull. “Obviamente que está a vocalizar a sua frustração, e todos conseguem ouvi-la”.
Sabe-se também que nem Vettel, nem a Ferrari estão dispostos a discutir os termos de um novo contrato. A ligação do germânico à equipa italiana expira no final do próximo ano, e o antigo piloto e agora comentador Martin Brundle acredita que este pode ser um sinal de que Vettel está de saída da Fórmula 1:
“Começo a pensar que o Sebastian não vai estar na Fórmula 1 a longo-prazo. Ele surgiu tão novo, quebrou tantos recordes. Olho para ele e para o seu trabalho e sinto que ele perdeu o seu mojo”.
Também uma fonte disse ao Times britânico esta semana: “O Seb pode simplesmente bater com a porta. Ele venceu quatro títulos e não tem nada a provar. É um homem reservado com família. Ele não gostar de estar debaixo das luzes dos holofotes e muitos acreditam que ele está farto e já deu o que tinha a dar. Seria lamentável, mas ele pode fazê-lo”.
Há menos de quinze dias, também o jornal italiano “Gazzetta dello Sport” criticava a atuação do piloto, afirmando que os ‘tiffosi’ têm saudades de Fernando Alonso.
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João Pereira
2 Novembro, 2016 at 12:34
Sinceramente que acredito que seria melhor para a Mercedes e Ferrari sentarem-se à mesa e trocarem de alemães.
Roger M
2 Novembro, 2016 at 13:15
E trocar a dupla da Mercedes? Parecem duas crianças às turras…e com constantes amuos. Uma dupla Alonso e Vettel ainda dava muito que falar…e ainda poupavam nos ordenados…pois tanto o Alonso e o Vettel se fosse preciso até corriam de graça na Mercedes.
Pity
2 Novembro, 2016 at 13:46
E acha que uma dupla dessas não dava amuos? Olhe que dava… 🙂
João Pereira
2 Novembro, 2016 at 16:27
Amuos não acredito. Acho que era mais caso para cavar trincheiras. 😀
João Pereira
2 Novembro, 2016 at 16:25
Alonso e Vettel na mesma formação? A sério? E de borla? Há muito que não lia uma tão boa! Vou dar um Like com muito gosto. 😀
Frenando_Afondo™
2 Novembro, 2016 at 16:30
lol Se quiser ver a Mercedes a implodir com a quantidade de amuos e turras que esses dois iam provocar… Força.
Iceman07
2 Novembro, 2016 at 23:15
Alonso e Vettel? Isso seria ainda pior que Hamilton e Vettel… era o estouro total em Brackey.
Frenando_Afondo™
2 Novembro, 2016 at 16:29
Não vejo porquê, é que ao contrário de Vettel e Hamilton, Rosberg e Hamilton são mesmo amigos. Claro que assim que metem o capacete as amizades não contam para nada. Mas terem essa amizade (mesmo que por agora em stand-by pela sua rivalidade) ajuda a equipa, porque eles não se vão matar nem prejudicar cegamente, como aconteceu, por exemplo, entre Alonso e Hamilton, que pouco faltou para valer tudo para estragar a corrida do outro.
Entre Vettel e Hamilton a coisa poderia ferver bem mais, exactamente por esta maneira de ser do Vettel: extremamente simpático quando está a ganhar, um demónio quando está a perder, isso entre colegas de equipa não resulta porque vão literalmente atirar-se um ao outro.
Porque veja os episódios que aconteceram entre Rosberg e Hamilton e veja a maneira educada (um pouco amuada é certo) mas educada com que trataram as coisas.
Por exemplo na Ferrari ainda não ferveram os dois pilotos um com o outro porque um é incrivelmente relaxado (Raikkonen) e também são amigos, o que ajuda.
Por isso tudo acho que trazer Vettel para a Mercedes não ia ajudar a equipa.
João Pereira
2 Novembro, 2016 at 17:29
Ora bem:
– Hamilton e Alonso, já tivemos e todos vimos no que deu e não foi bem valer tudo para estragarem corridas um ao outro, foi mais a birra pegada por parte de Alonso que estava habituado a ter um fiel escudeiro à laia de Sancho Pança. Alonso voltou à Mclaren, mas duvido muito que aceite voltar a fazer equipa com Hamilton.
– Vettel e Alonso até podia resultar se desvalorizarmos coisas no radio como: That guy realy hates me (Vettel) ou a última: Idiot (Vettel)… Acho que dá para imaginar que juntar os dois deve ser como agitar um garrafão de nitroglicerina…
– Raikkonen dá-se bem com qualquer piloto que se queira dar bem com ele, e continua bem mesmo que o outro não se queira dar com ele. Está nas corridas para se divertir, ganhar dinheiro e porque sem dúvida gosta de andar depressa.
– Hamilton e Rosberg mesmo amigos? Talvez já tenham sido nos tempos do Karting, agora dá bem para ver que são apenas politicamente correctos e um ligeiro cumprimento é o máximo que se permitem. Aliás, duvido que Hamilton tenha algum amigo na F1, sempre a procurar distancia e o minimo de interacção seja com quem for, se possível com os Headphones a ouvir uma qualquer música foleira do seu Amigo (esse sim) Bieber.
– Hamilton e Vettel, não vejo grande problema e acho que Hamilton também não. Quanto a Vettel, talvez o contrato não fosse muito fácil de assinar… Mas acredito que Rosberg funcionava melhor na Ferrari que Vettel e a Mercedes gostaria muito de fazer a troca.
Frenando_Afondo™
2 Novembro, 2016 at 20:38
Em relação a Hamilton e Rosberg acredito que a amizade que construiram durante anos de karting e o facto de viverem no mesmo edifício, não voa pela janela em poucos anos. É certo que agora estão mais fastados, devido à sua rivalidade. Mas pode ter a certeza que assim que um deles sair da Mercedes ou da F1, essa amizade volta. Até pelo respeito que devem ter um pelo outro, pelo que têm conseguido ao longo dos anos.
Mas veja quando vão a eventos juntos da Mercedes, interagem um com o outro na maior descontracção, se tivessem realmente chateadíssimos um com o outro, então olhavam todos amuados o tempo todo, em vez disso riem e divertem-se.
Já o Hamilton afastar-se antes das corridas faz parte da maneira dele se concentrar para a corrida, assim que devemos respeitar e não julgar que ele é assim, quando um piloto pode ser bem diferente quando está numa corrida ou fora dela.
Se tem amigos no paddock, nem tu nem eu sabemos, visto não estarmos no paddock, mas a realidade é que não vejo ninguém a olhá-lo de lado, pelo contrário, quando Hamilton anda pelo paddock é cumprimentado por todos e cumprimenta de igual maneira, não o vejo a fazer-se a estrela e fingir que não vê.
João Pereira
3 Novembro, 2016 at 11:36
São de facto opiniões de quem está de fora, mas é nessa qualidade, que o lembro de que quando estão em eventos da Mercedes e de patrocinadores, estão acima de tudo a ser profissionais não só como pilotos, mas como relações públicas, e em relação a esta ultima responsabilidade, cumprimentar as pessoas com alguma afabilidade, alem de ser boa educação faz parte do “metier”.
Está no contrato deles e de qualquer piloto de F1, que tem que comparecer em eventos como fazendo parte da equipa, por isso é normal que haja alguma interacção entre eles em público, e os sorrisos não podem ser caretas de dor, como quem acaba de sofrer uma caimbra na bochecha, mas banhos de sol na piscina do condominio… até pode ser,porque são visinhos, mas acredito que cada um tem o seu lado da piscina, e não estou vê-los a ligar um para o outro, tipo; Oi! Estás em casa? Onde é que vais almoçar? Ou: Bejecas logo á tarde e uns caracois? Que é o que eu faço com os meus amigos, e creio que fazem os amigos.
Quanto ao momento de concentração para a corrida, é perfeitamente aceitável, mas veja o destanciamento entre os dois na “antecamara” do pódio: duas palavras porque lá está uma camera e logo costas voltadas. Creio que como inguagem corporal, é bem elucidativo.
Mas é a vida deles, e nós apesar de não estarmos a abusar, creio que não temos muito a ver com isso.
Iceman07
2 Novembro, 2016 at 23:14
Se o Toto já se vê à “rasca” para lidar com o Hamilton e o Rosberg, imagino como ia ser se tivesse que lidar com Hamilton e Vettel…
João Pereira
3 Novembro, 2016 at 12:02
Não creio que fosse mais complicado. Pelo menos em pista a luta seria mais limpa, e com menos manobras manhosas intencionais. Com isto não quero dizer que não acontecesse um toque ou outro, mas Catalunha e Austria acho muito pouco provável.
Roger M
2 Novembro, 2016 at 13:08
O Vettel está a acusar um pouco a pressão das elevadas expectativas que colocaram nele. Ele na Ferrai está a sentir o que o Alonso sentia, de estar a “remar um pouco contra a maré”. A Ferrari tem ficado para traz ultimamente em termos de competitividade. Eu cada vez mais aprecio o Alonso…que era um Piloto que não era muito apreciador, pois é alguém que esteve habituado aos lugares de topo, mas actualmente mesmo sabendo que ficar posicionado no pódio é quase impossível, continua a fazer corridas de “faca nos dentes”, mesmo lutando pelos lugares cimeiros. O Hamilton e o Alonso eram para mim dos Pilotos que mereciam mais titulos dos que correntemente têm. O Hamilton lá conseguiu redimir-se de anos de pouca competitividade da equipa e tornar-se tricampeão. A meu ver fica a faltar o Alonso conseguir o seu tricampeonato, para este Piloto entrar no restrito grupo de tricampeões mundiais.
João Pereira
2 Novembro, 2016 at 17:30
Eu acho que Vettel está a acusar é o falhanço das expectativas que ele colocou na Ferrari…
NOTEAM
2 Novembro, 2016 at 14:05
É nos momentos complicados que os grandes aparecem, vejamos o que aconteceu ao Hamilton este ano, uma série de desistências por problemas mecânicos, uma conjunto arranques falhados lhe custaram vitórias e mesmo assim aparece neta ponta final com a mesma motivação do ínicio da época e eu tenho a certeza que vai continuar a dar tudo até ao fim. Na minha opinião é isso que falta ao Vettel, essa capacidade para remar contra a maré, esta época é uma autêntica fotocópia do que se passou em 2014, só que desta vez também fora das pistas o Vettel tem tido comportamentos muito bizarros. O Vettel é talentoso e não há dúvidas disso, ainda no último GP esteve muito bem, mas perante ambientes adversos dá a ideia de ser alguém que comete demasiados erros e se deixa abater com demasiada dificuldade.Sinceramente também não sei se a Ferrari está a fazer tudo o que lhe compete em manter o seu piloto focado e confiante, uma coisa é certa, o que está a acontecer á Ferrari não é culpa exclusiva do alemão e isso tenho a certeza.
Frenando_Afondo™
2 Novembro, 2016 at 16:34
É a diferença entre um piloto que já passou por um “buraco” psicológico e outro que ainda não tinha passado por ele. Hamilton de 2009 a 2012 levou com muita porcaria em cima, caiu no tal “buraco” e isso reflectiu-se em pista. O sair da Mclaren ajudou muito a renovar a sua vontade de vencer (e tirou-lhe algum peso de cima) e ele aprendeu com isso. Daí agora estar bem mais forte psicologicamente e não se deixar abater pelos percalces.
Já Vettel está a passar por esse processo agora mesmo, afinal ele na RB só em 2014 é que começou a “perder”, mas a meio do ano já estava com a mente noutro lado, então não afecta tanto. Já na ferrari voltou a ganhar, agora leva um ano em branco, é diferente, era suposto a ferrari estar melhor em 2016, não está e isso afecta-o, afinal ele quer é ganhar corridas.
NOTEAM
2 Novembro, 2016 at 17:51
Concordo inteiramente com o que escreveu. Quase sempre é injusto comparar um piloto a outro, as circunstâncias raramente ou nunca são as mesmas, na verdade ninguém sabe o que vai na cabeça do Vettel a não ser próprio. Eu reconheço competência ao Vettel, principalmente em qualificação onde sempre foi rapidíssimo, mas no geral e baseado no que tenho visto, não sei se ele é o piloto que a Ferrari precisa para regressar ás vitórias, se na época passada estava certo que o era, hoje já não tenho assim tantas certezas.
STP
2 Novembro, 2016 at 14:17
A continuar assim, volto a sugerir a troca com Lewis …já em 2017!
NOTEAM
2 Novembro, 2016 at 17:57
O Hamilton tem um “fraquinho” pela Ferrari e isso é público, no entanto abandonar agora a Mercedes seria uma loucura. Para o ano estou certo que a Mercedes vai estar no topo novamente e isso permite-lhe continuar a somar poles, vitórias a um currículo já de si impressionante. Vejo mais a sua ida para a Ferrari lá para o fim da carreira, para qualquer piloto o desafio actual de levar a Ferrari ao título é o mais aliciante de todos, juntar isso ao privilégio de pilotar pela marca mais prestigiada do desporto automóvel torna-se no casamento perfeito para o Hamilton, mas só depois de ter mais uns títulos no bolso!
Iceman07
2 Novembro, 2016 at 23:31
Todos têm um “fraquinho” pela Ferrari na altura para terminar a carreira. Terminar a carreira na Ferrari, mesmo que o carro seja uma valente mer… é o que todos querem.
Pneu quadrado
2 Novembro, 2016 at 23:34
A mercedes já esteve nalguma temporada com as especificações do próximo ano?
Frenando_Afondo™
2 Novembro, 2016 at 16:23
Começam as especulações… Eu ouvi em 2011 também uma teoria parecida, mas era com Hamilton. Que estava farto, que não aguentava a pressão, que não era normal, que era isto, que era aquilo… E que estava para se ir embora porque se sentia perseguido e blá blá blá…
Vocês têm de dar um pouquinho mais de crédito a estes jovens, eles são ligeiramente mais fortes que vocês julgam. É claro que estando a passar por um processo de redescoberta, Vettel esteja frustrado, chateado, o que seja. Pode até ser por problemas exteriores à equipa, que também pode ajudar (em 2011 Hamilton também teve problemas com o pai, que ajudou à festa de se sentir completamente desnorteado na vida).
Por isso deixem-se de tretas e novelas, o homem está simplesmente a recentrar-se e esta foi a maneira que o faz, aos berros e a queixar-se de tudo e mais alguma coisa.
E também vocês parece que não conhecem o Vettel assim tão bem (eu também não…), mas se formos analisar a sua personalidade, Vettel é uma pessoa bastante extrovertida (para um alemão), sorridente, simpático, afável, brincalhão. Claro que todas as pessoas extrovertidas e que gostam de mostrar o seu estado de espírito têm um reverso da medalha, que é serem muito “desbocadas” quando estão chateadas ou frustradas (enquanto que as pessoas caladas e introvertidas não mostram nada cá para fora, estejam chateadas ou contentes, por exemplo, o Raikkonen…).
Por isso não acho que seja “anormal” este comportamento nem que isso vá fazer com que bata com a porta, ele apenas está chateado e mostra-o. O resto parece-me ser muita especulação em volta de uma faceta que ainda não tinhamos visto do alemão. Mas há que vender jornais, certo?
Sr. Dr. HHister
2 Novembro, 2016 at 18:43
Eu tenho sido muito crítico do Vettel ao longo deste último ano mas… não quero ser um aproveitador como estes jornalistas canibais, por isso só digo que para lhe darem espaço. O Vettel é um piloto um bocado especial. Dos campeões do mundo ainda a correr deve ser dos mais frágeis emocionalmente e precisa de tudo afinadíssimo para demolir a concorrência. Se a Ferrari não fez o trabalho de casa é-lhes bem feito. Mas não é uma besta por tudo o que tem feito e nós não sabemos das politiquices que podem ter levado a este esgotamento nervoso, ao vivo e a cores. Em vez de bater com a porta, gostava que provasse em pista.
acpinto
3 Novembro, 2016 at 16:32
O que assististe ao vivo e a cores ( ou com som alto ) foi a frustração que tem tido esta época, mais uma animosidade extra para com o Charlie…
Deixa-me ver: largada de spa acidente de corrida, largada da malasia culpa vettel.
A verdade é que além destas tem havido algumas decisões do sr. Charlie, que a ferrari se pode queixar. E é evidente que a Ferrari, de hoje em dia, não morre de amores pelo director de corridas!
Quem quiser esquecer isto, pode dizer que é apenas um resultado da má época, mas isso para mim não é verdade.
Em minha opinião, o Charlie tem um fraquinho pelo Hamilton e pelo Max.
acpinto
3 Novembro, 2016 at 16:44
e digo-te que, apesar de aceitar que as regras foram bem aplicadas, o movimento de defesa do Vettel é apenas empolado pelo facto do Ricciardo fazer um movimento em sentido contrario para ganhar ângulo para a curva…
J. B.
2 Novembro, 2016 at 21:58
podes “bazar” se vier o MAX!!!!!!!!!!!
Iceman07
2 Novembro, 2016 at 23:30
Depois do que fez ao Kimi em Spa… só se fosse para lavar as sanitas.
Pneu quadrado
2 Novembro, 2016 at 23:24
Seria uma perda de enorme tamanho