Romain Grosjean diz que a exibição consistente na pré-temporada de F1 mostrou que a Haas deu importantes passos em frente em termos de evolução comparativamente há um ano, quando efetuou a sua primeira temporada na disciplina. Durante os ensaios em Barcelona, a equipa norte-americana acumulou 715 voltas – uma melhoria enorme quando comparada às 417 voltas que conseguiu em igual período de tempo em 2017. Apesar de tudo o piloto francês considera que a equipa se debateu para lidar com os problemas de travões que se mantêm há muito tempo, mesmo se conseguiu cumprir as duas semanas de testes tem ter de trocar a unidade de potência da Ferrari e não teve grandes problemas com o novo VF-17.
Grosjean considera que nos últimos 12 meses a Haas progrediu bastante, mas que não está totalmente preparada para a primeira corrida do ano, e que tal situação só acontece com algumas das grandes equipas, antevendo que na Austrálias se vai um pouco com algumas dúvidas. “Sabe-se que se terminarmos não estamos numa má posição, por isso há muita coisa que precisamos de saber e não sabemos, sendo que teríamos gostado de ter testado mais algumas coisas, embora tenhamos aprendido bastante também com os testes que fizemos no ano passado. E desde então evoluímos muito”, avalia o francês.
Os problemas com os travões da Brembo podem ser ultrapassados, e que a Haas encontrou uma boa base de trabalho para a nova época. “O carro não é mau. Tem muito potencial para além daquilo que temos atualmente, por isso esperamos que com algumas atualizações na Austrália possamos tirar mais partido do potencial e conseguir alguns ganhos em termos de tempo por volta”, afirma Romain Grosjean. O gaulês espera também que a equipa possa tirar partido das performances reveladas pela Ferrari. “Não me queixo de ter um motor melhor atrás de mim. É bastante bom. É um bom passo em frente em relação ao ano passado. A faixa de utilização é muito boa e a parceria com a Ferrari para nós é chave. Por isso ter um bom motor, uma boa caixa de velocidades, suspensão e por aí fora é uma grande ajuda e vai ter um grande impacto no nosso desempenho”, concede Grosjean.









