Tanto a Ferrari como a Mercedes dizem aos seus adeptos para não darem muita importância aos resultados das sessões de treinos livres.
Em Baku, parecia que a Ferrari tinha vantagem em relação à Mercedes, mas na corrida e na qualificação isso não se mostrou.
Uma teoria é de que a Mercedes esconde o jogo nos treinos livres (“sandbags” – ou seja, os pilotos não fazem tempos tão rápidos, de maneira a enganar as outras equipas).
“Não estamos a tentar enganar ninguém. Acreditamos que ainda temos muito para entender e melhorar no carro. O nosso sucesso nas primeiras corridas deve-se a muitos fatores. A equipa não cometeu erros, as decisões estratégicas foram as mais corretas e os pilotos foram perfeitos.” – disse Toto Wolff.
Mattia Binotto, chefe de equipa da Ferrari, concorda:
“Tenho dito, repetidamente, que não devemos sobrestimar os resultados dos treinos livres. As equipas trabalham em diferentes programas, com diferentes níveis de combustível e diferentes configurações do motor, pelo que é muito difícil tirar conclusões a partir disso.”











