A Red Bull não tem espaço para Pierre Gasly na Fórmula 1, mas vai manter o recém-coroado campeão de GP2 na reserva. Tal como a McLaren fez com Stoffel Vandoorne, também a equipa austríaca vai colocar o seu piloto júnior na Super Formula, o principal campeonato japonês de monolugares, antigamente conhecido como Fórmula Nippon.
Depois de ter estado a negociar com a Toyota, um dos fornecedores de motores do campeonato, a Red Bull chegou a acordo com a Honda, colocando Gasly na Nakajima Racing, uma das equipas oficiais da marca japonesa. Satoru Nakajima é associado da Honda desde o início dos anos 80, tendo chegado à Europa com o apoio da marca, que o colocou em equipas como a Lotus e Tyrrell. Desde então, Nakajima passou a gerir uma das equipas oficiais, tanto na Super Formula como no Super GT.
Historicamente, o Japão sempre foi uma boa alternativa para alguns pilotos construirem carreiras que lhes permitiram ascender à F1, como foi comprovado por nomes como Eddie Irvine, Ralf Schumacher ou Ralph Firman Jr., mas a importância internacional destes campeonatos decaiu nos últimos anos. Seja como for, vai permitir a Gasly manter-se no ativo.
Existe, no entanto, uma hipótese remota de Gasly conseguir estrear-se na F1 com a Toro Rosso, com rumores a apontar Carlos Sainz como estando de saída para a Mercedes. No entanto, o espanhol só será realmente uma alternativa se a Mercedes não conseguir chegar a um acordo com a Williams para libertar Valtteri Bottas.












