Cada equipa do pelotão da Fórmula 1 deve dar a possibilidade a um piloto estreante para estar aos comandos do seu monolugar durante um dos treinos livres da sexta-feira, duas vezes por ano. Acontece que as dez equipas ainda não utilizaram qualquer estreante até agora, tendo que acontecer, sem exceção, nas restantes 10 corridas, mas nem todas deverão permitir que tal aconteça.
O artigo 32.5 do regulamento desportivo da Fórmula 1 diz que “numa (1) ocasião, em cada carro inscrito no Campeonato durante cada temporada, cada Concorrente deverá utilizar um piloto que não tenha participado em mais de duas (2) corridas do Campeonato na sua carreira”.
Não tendo acontecido isso durante as primeiras doze provas do ano, não restam muitas oportunidades para que as dez equipas cumpram o regulamento. Na temporada passada, Jüri Vips (na Red Bull) e Nyck de Vries (pela Williams e Mercedes) tinham realizado sessões de treinos até à pausa de verão.
Entre os dez Grandes Prémios que faltam para terminar a temporada, as provas do Catar, Estados Unidos da América e Brasil são em formato Sprint, algo que não deve permitir o uso de pilotos sem experiência no único dia de treinos livres. A oportunidade também não deve acontecer em Singapura – por ser um circuito citadino e onde há mais probabilidade de um acidente – ou em Las Vegas, uma pista que faz a sua estreia no calendário da F1.
Restam como fortes hipóteses as provas nos Países Baixos, Itália, Japão, México e Abu Dhabi.
A única confirmação até este momento é Frederik Vesti, que vai pilotar o monolugar da Mercedes no primeiro treino livre do Grande Prémio do México, que se realiza entre os dias 27 e 29 de outubro.










