Nem sequer vale a pena falar de concorrência desleal na Fórmula 1, quando existe tanta disparidade entre os orçamentos de três equipas, e tudo o resto, sendo que esse ‘tudo o resto’ também tem muito que se lhe diga.
A McLaren, do grupo do ‘meio’ é a que mais gasta, e a Renault depressa a irá ‘apanhar’ em gastos, embora para já gaste menos. Na cauda do pelotão dos gastos está a Force India, que por caso tem sido a quarta classificada do Mundial de Construtores dos últimos dois anos.
Mas pelos vistos há quem se esqueça da palavra ‘desportivismo’ e prefira ‘negócios são negócios’ e vai daí, se nos os consegues vencer… ‘estrangula-os’.
Isto a propósito de Bob Fernley, chefe da Force India ter revelado ao Auto Bild que pediram dinheiro avançado à Liberty Media, algo que é habitual, para quem precisa, fazê-lo, mas pelos vistos houve quem não permitisse – é preciso todos estarem de acordo – e impediram o ‘cash advance’.
“Era preciso unanimidade, mas a Williams vetou. Agora, os próximos trinta dias decidirão se sobrevivemos. Tenho que arranjar muito dinheiro em pouco tempo” disse Fernley.
Problemas, todas as equipas têm, será que não excedendo limites, faz sentido as equipas poderem vetar algo que pode significar o fim de outra? Será que existe uma boa justificação para uma atitude destas?
Os 10 orçamentos da F1 (aproximados)
1 – Mercedes Cerca de €450 milhões
2 – Ferrari Cerca de €430 milhões
3 – Red Bull Cerca de €350 milhões
4 – McLaren Cerca de €250 milhões
5 – Renault Cerca de €200 milhões
6 – Sauber Cerca de €135 milhões
7 – Williams Cerca de €135 milhões
8 – Toro Rosso Cerca de €125 milhões
9 – Haas F1 Cerca de €110 milhões
10 – Force India Cerca de €110 milhões








