F1: Miami pode significar menos uma corrida na Europa
O calendário não estica e para se colocaram novos palco outros têm de ser colocados de parte. Assim, com a estreia de Miami como palco de F1, é muito provável que um circuito europeu fique de fora da agenda da próxima época.
A entrada de Miami não significa que Austin vai “saltar” do calendário, como explicou Stefano Domenicali, que já disse recentemente que não é a favor de um calendário com mais de 23 provas, e até defende um calendário mais reduzido.
“Um sim a Miami não significa um não a Austin”, disse Domenicali à Speed Week. “Esse contrato está prestes a expirar, isso é verdade, mas estamos a trabalhar nisso. Queremos ter as duas corridas”.
Os meios de comunicação espanhóis especulam que a vítima pode ser o GP espanhol, pois o Circuito de Catalunya ainda não chegou a acordo sobre um novo contrato para 2022.
“Pode ser, porque temos de permanecer realistas e não podemos organizar 52 fins-de-semana de corrida por ano”, disse Domenicali quando nos perguntaram se uma corrida europeia poderia sair do calendário. “Mas o bom é que temos muito interesse, permitindo-nos organizar eventos únicos e interessantes“, acrescentou ele.
A saída de Barcelona afigura-se como a mais lógica. A pista não tem dado grandes espetáculos, as equipas conhecem o traçado muito bem, pois a quantidade de voltas dadas nos testes de pré temporada assim o permite e é um traçado, apesar de exigente a nível técnico e para os chassis, que não é dos mais entusiasmantes. A tudo isto junta-se o facto de o acordo estar a terminar o que torna a resolução do tema incomparavelmente mais fácil.
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22 Abril, 2021 at 10:47
Da minha parte se é só para ver na TV até podiam fazer GP´s em Marte. Mesmo que Miami seja mais uma machadada a futuros GP´s na europa e por consequência Portugal, não se perde grande coisa, pois além de não acreditar no GP de Portugal de 2022, este ano não se pode ir ver ao vivo…Ao vivo e a cores é nos centros comerciais e nas esplanadas!
Carlos Soares
22 Abril, 2021 at 10:56
Vamos torcer para que isso não aconteça…
Scb
22 Abril, 2021 at 15:01
Trocar pistas Old School por mais uma coisa que parece digna da FE…
João Pereira
22 Abril, 2021 at 17:00
Sou optimista por natureza, mas é bom que o AIA “dê” um grande GP, sem erros de organização nem falhas de infraestrutura. Tripla verificação das grelhas de escoamento de água, com reforço de soldaduras, e teste de drenagem pluvial, e tripla verificação de condições de piso, instalação elécrica, meios multimédia, portas das boxes, e até dos autoclismos das casas de banho, secadores de mãos, e que não falte papel higiénico e alcool gel, máscaras e kits para lavar os dentes incluindo fio dental e preservativos. Tudo, Tudo. Queremos que esta pista seja um porta estandarte de Portugal em todo o desporto motorizado por ser como é, uma pista única no bom sentido, que tem como desvantagem estar num País que não aposta no desporto motorizado, e ainda por cima não é um mercado nacional para marcas internacionais, mas em termos nacionais, é um enorme mercado internacional, talvez no principal, que é o turismo (se descontarmos os mercados financeiros off-shore é claro).
Já agora, a EDP, que usa a imagem do AFC como “Campeão do Mundo de F1” nos seus anúncios na TV, não deveria apoiar o GP, e até jovens pilotos portugueses internacionalmente, de forma a no futuro poder dizer com verdade que tem um piloto português na F1?
António, devias ter vergonha, és um vendido mentiroso.