O calendário não estica e para se colocaram novos palco outros têm de ser colocados de parte. Assim, com a estreia de Miami como palco de F1, é muito provável que um circuito europeu fique de fora da agenda da próxima época.
A entrada de Miami não significa que Austin vai “saltar” do calendário, como explicou Stefano Domenicali, que já disse recentemente que não é a favor de um calendário com mais de 23 provas, e até defende um calendário mais reduzido.
“Um sim a Miami não significa um não a Austin”, disse Domenicali à Speed Week. “Esse contrato está prestes a expirar, isso é verdade, mas estamos a trabalhar nisso. Queremos ter as duas corridas”.
Os meios de comunicação espanhóis especulam que a vítima pode ser o GP espanhol, pois o Circuito de Catalunya ainda não chegou a acordo sobre um novo contrato para 2022.
“Pode ser, porque temos de permanecer realistas e não podemos organizar 52 fins-de-semana de corrida por ano”, disse Domenicali quando nos perguntaram se uma corrida europeia poderia sair do calendário. “Mas o bom é que temos muito interesse, permitindo-nos organizar eventos únicos e interessantes“, acrescentou ele.
A saída de Barcelona afigura-se como a mais lógica. A pista não tem dado grandes espetáculos, as equipas conhecem o traçado muito bem, pois a quantidade de voltas dadas nos testes de pré temporada assim o permite e é um traçado, apesar de exigente a nível técnico e para os chassis, que não é dos mais entusiasmantes. A tudo isto junta-se o facto de o acordo estar a terminar o que torna a resolução do tema incomparavelmente mais fácil.












