F1: Grosjean vai mesmo despedir-se como queria

Por a 8 Abril 2021 10:45

Romain Grosjean não teve oportunidade de se despedir da F1 como gostaria, com uma última corrida, mas afirmou o desejo de dar as derradeiras voltas num F1, algo que parece estar prestes a acontecer.

O produtor executivo da série ‘Drive To Survive’ da Netflix, James Gay-Rees, revelou que Grosjean está mais perto do seu objetivo depois de terem filmado o piloto francês a fazer o assento com uma equipa:

“Estávamos hoje a filmar com o Grosjean um ´seat fit` “, disse Gay-Rees no podcast ‘In The Fast Lane’. “Ele vai dar uma última volta com uma equipa”.

Ainda não se sabe qual a equipa, mas é bom recordar que a Mercedes se disponibilizou para permitir ao piloto uma última despedida.

Grosjean está a começar uma nova aventura na Indy e se gostar do desafio, está disposto a ficar por muito tempo: “Se me estiver a divertir nos EUA e sentir que é isto que quero fazer, então ficarei mais tempo”, disse o francês ao Motorsportweek.com. “Neste momento, em muitos aspetos, é um desafio que estou a enfrentar. É uma nova classe de corridas e significa muitas viagens para mim. A minha família vai ficar na Europa. Por vezes não os vou ver durante um mês, o que é bastante difícil quando se é pai. Mas estou pronto a tentar”.

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2 comentários

  1. Frenando_Afondo™

    8 Abril, 2021 at 21:05

    Parece-me bem. Melhor era ser uma corrida mesmo. Por exemplo, a última corrida do ano, numa equipa e pilotos que já tivessem o seu lugar definido na tabela e assim o resultado não importava.

  2. João Pereira

    14 Abril, 2021 at 19:55

    Não concordo! Grosjean não deixou a F1 pelo acidente. mas por não ter mais lugar, principalmente porque ninguém lhe queria dar carro por causa da sua habilidade de causar acidentes “marados” como o que o impediu de terminar a temporada. Que raio deve a F1 ao Grosjean? Vi dezenas de pilotos saírem pela porta das traseiras na F1, e deram muito mais ao desporto do Grosjean. Despediu-se em grande estilo, com um fogo de artificio que ele próprio ateou. Pilotos ganharam Nicknames na F1 como Magic (Senna), Computer (Lauda), Professor (Prost, mas não acho merecido), mestres da chuva como Peterson, Brambilla, Ickx, Senna,…,etc. Hoje até já se começou a cativar números como o 17 (não percebo porquê, porque não tem história, não é mítico). Mas como não sou mau rapaz, e James Hunt que até foi campeão do mundo ficou conhecido como Hunt the Shunt, que tal homenagear Grosjean com GrosHavoc? Pilotos houve que deixaram mais do que as suas carreiras e a pele das mãos dentro de um F1, sem nunca terem feito grande asneira, e ninguém se lembra deles, e nem falo dos que morreram, mas de pilotos como Clay Regazzoni, ou Phillipe Streiff, ou até o nosso Lamy, ou Karl Wendlinger, pilotos que foram herois de alguém e viram as suas carreiras na F1 interrompidas de facto por acidentes, mas de que alguma forma continuaram as suas vidas, alguns até em algum ramo do desporto, como Wendlinger, Lamy e até Regazzoni (que ainda foi ao Dakar de cadeira de rodas), e agora vai “GrosHavoc” para a Indycar, como tantos outros pilotos que falharam na F1, só com a diferença que “GrosHavoc” não tem T*mates para ir brincar nas ovais a polegadas do betão das ovais a 230mph. Até o deixava dar umas voltas antes de um GP este ano, mas num F2, em Zandvoort, e mostrava-lhe as imagens do acidente que em 73 custou a vida a Roger Williamson.

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