F1: George Russell tem de “levantar o pé”

Por a 23 Abril 2019 10:35

O FW42 está a dar dores de cabeça aos engenheiros e aos pilotos da Williams. O carro continua com muitos problemas e Geroge Russell começa a entender melhor o que tem de fazer para extrair o máximo possivel do carro.

O piloto continua a tentar identificar as limitações da sua máquina mas devido à instabilidade do chassis, entende que é preferível pilotar a 98% do que a 100%:

“Há espaço para melhorar do meu lado. Certamente não consegui optimizar a qualificação nas duas últimas corridas. Acho que ainda preciso entender e respeitar as limitações do carro. Às vezes conseguimos ser mais rápidos pilotando a 98% do que a 100%. É um processo de aprendizagem para entender o carro que, infelizmente, não podemos aproveitar ao máximo, porque não temos 100% de certeza do que fará de uma curva para a outra.”

“Neste momento, Robert e eu temos um grande problema em como o carro reage na entrada e meio das curvas em comparação com a saída.”

“Estou ansioso por Baku porque tive um ótimo fim de semana no ano passado em Fórmula 2, provavelmente foi a corrida mais forte do ano. Deveríamos ter vencido as duas corridas, e de qualquer maneira eu ganhei a segunda de P12. Temos algumas pequenas alterações e esperamos que, se funcionarem como esperado, possam ser positivas, mas não temos 100% de certeza. Tenho esperança que funcionem, porque temos algumas características muito más que, se forem melhoradas, os ganhos de tempo por volta serão maiores. Mas no momento não há nada sugerindo que seja o caso.”

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