F1: FIA aprova o calendário para 2023
Está aprovado pela FIA o calendário da F1 para 2023. É um calendário extenso de 24 eventos, com a adição do Grande Prémio de Las Vegas como a penúltima ronda da época.
O Grande Prémio do Bahrain abrirá o Campeonato do Mundo de 2023 a 5 de março, enquanto o Grande Prémio do Mónaco, a 28 de maio, é mantido no calendário. O Grande Prémio de Abu Dhabi ocupará o seu lugar habitual na final da época, a 26 de novembro. O Grande Prémio do Qatar, a 8 de outubro, regressa após uma ausência de um ano. O calendário 2023 F1 evitará sobreposição com as 24 Horas de Le Mans como parte dos esforços dos membros do WMSC para otimizar todos os calendários de corrida do campeonato mundial.
A China aparece como quarta ronda do ano, apesar de não haver ainda certezas se a F1 poderá ir ou não até Xangai. Será um desafio logístico para as equipas cumprir um calendário tão denso, em especial na reta final, com seis corridas em dois meses. Mais uma vez a problemática do número de corridas irá dar que falar.

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Scirocco
20 Setembro, 2022 at 17:13
Parece demasiado ambicioso e com supervisão da Apple para maximização dos lucros a qualquer preço. Á parte social (o nº de fds que as pessoas vão estar longe da familia é assustador) temos que acrescentar a necessária compensação pelo custo logistico de todas estas viagens.
Temo que se mate a galinha dos ovos de ouro…
Lisboa
20 Setembro, 2022 at 17:38
Deixa ver se entendo, a FIA e os seus parceiros decidem colocar um tecto máximo que as equipas podem gastar, para puder aproximar as equipas mais pequenas e parcos capitais, das grandes estruturas e depois, para ajudar, espeta com 24 GPs pelo mundo a fora, com viagens em zig-zag para cima e para baixo entre o Continente Norte e Sul americano, aumentando em MUITO os custos das pequenas equipas.
A juntar a estas viagens extra, juntasse obviamente os alojamentos e alimentação de todos os elementos e respectivos convidados.
Temos ainda outro aumento de despesa, que será forçosamente as motorizações e outros componentes que agora terão de aguentar ainda mais quilómetros em cima, obrigando os fornecedores a mais investimento da fiabilidade e por conseguinte, irão cobrar mais pelos mesmos.
Portanto, para que a FIA e a Liberty ganhem mais dinheiro, vamos obrigar as equipas a gastar mais numa altura em que não podem.
Vejam o que acontece na NASCAR, 36 provas oficiais e 4 não oficiais, cada vez menos equipas, menos patrocinadores e menos espectadores nos circuitos.
No tempo do Bernie havia uma lógica por detrás de apenas haver 16 GPs, era para criar a sensação de exclusividade, assim os organizadores até pagavam mais, pois sabiam que teriam poucas hipóteses de ter um GP, mas agora, só mesmo Portugal, Alemanha (por opção) e África do Sul não recebem um GP, porque de resto vão a todo o lado.
Claramente eu não irei ficar metade dos domingos do ano, fechado em casa a ver F1, apenas verei 8/9 selectos GPs.
Fast Turtle
21 Setembro, 2022 at 0:10
Quem nao quer ver 24 corridas wue nao veja.
Nao sei se verei mas possovelmente sim.
Se a formula um amanha tiver 40 corridas e eu so ver 10 nao me vou chatear.
Tanto queixume tanto queixume. Quando era “puto” queria era ver corridas e so me queixava de nao haver mais. Agora que ha mais vou me queixar de tanta corrida?
Um adepto de um real madrid ou clube que valha veem por epoca mais de 50 jogos e nunca vi um adepto a queixar se de tanto jogo.
Nos na formula um andamos a chorar…
Eu choro é quando a f1 esta de ferias.
Se acham que sao muitas corridas vao ver o WEC ou o raios que partam.
Haja paciencia. Adeptos assim nao obrigado.
Pity
21 Setembro, 2022 at 9:02
São demasiadas corridas. 20 seria o ideal, mas não é por isso que vou deixar de ver e em directo (salvo motivo de força maior). Mas esse não é o maior problema deste calendário.
Porquê duas semanas entre Bahrein e Arábia Saudita, se são países vizinhos? Uma semana entre Azerbaijão e Miami???? Sim, estão a contar com o cancelamento da China, antecipando o Azerbaijão,. mas e se a China permanecer?
O Luís Vasconcelos, ontem, explicou muito bem o porquê duma logística em zig-zag. Se nalguns casos tal se compreende, noutros demonstra apenas falta de consideração pelos trabalhadores anónimos das equipas, que são os mais sacrificados com toda esta logística. Manda quem pode, obedece quem deve…
Rui
21 Setembro, 2022 at 15:22
Os testes do Bahrein deverão ser na semana anterior ao do GP. Se juntares Arábia Saudita dará um triple header. De resto se não forem GP’s em fins de semana consecutivos ou situações como Japão-Singapura, escusam de falar em poupanças em viagens porque a rota é sempre GP1-fábrica-GP2.
Fast Turtle
21 Setembro, 2022 at 19:35
Ideal para nós nao é para o negócio…
E nao nos podemos esquecer que tudo é um negocio…
...
21 Setembro, 2022 at 10:18
China – Azerbaijão – Miami…Espanha – Canadá- Áustria…e depois venham cá falar no impacto ambiental/descarbonização…a hipocrisia na F1 já não é novidade para ninguém!
jo baue
21 Setembro, 2022 at 10:50
Um calendário à americana ( Espanha, Canadá; Áustria, coitados dos pilotos, imagina-se o jet lag..), e mais uma prova da hipocrisia da conversa green da parte da FIA ( sim, sim, o que polui são a frecce tricolore ou as corridas nocturna) , que não por acaso até fez pela 1ª vez o anúncio sem estar acompanhada da LM.
4 GP na península arábica ( porque foi mesmo que desapareceram as grid girls?), Hungria; Singapura, Mónaco, etc,. Business e rectórica.
Enfim, aqui temos a “nova Fórmula1”, que vai de encontro a uma massa de newgen que lhe dedica 5 minutos entre um twit e um tik tok. Motores que regridem 20 anos, eficiência em queda livre, 8 carros penalizados por GP, comissários ineptos, circuitos absurdos, Direitos Humanos espezinhados, Monza ameaçada, Spa fora do calendário, componentes standard, limitação da área de “research”, regulamentação de tudo como as medidas da câmera de combustão mas com a F1 a promover o produto usando o som de um V10. A F1 já morreu.
Não me chateies
21 Setembro, 2022 at 14:22
Eles devem ter um ódio aos europeus, ainda por cima o GP de Las Vegas a meio da madrugada quando podia ser às 22h, eu já vejo motogp em diferido, no dia que me forçarem a ver F1 em diferido com excesso de provas a más horas é quando o meu amor pela F1 acaba por morrer. Não entendo porque a F2 e F3 vão correr à Austrália, vale mesmo a pena a despesa e prejuízo ambiental? A FIA e a Liberty não passam de um bando de hipócritas, o ideal seriam 20 provas concentradas na europa e agrupar as viagens por países e continentes.
Não me chateies
21 Setembro, 2022 at 14:10
Eles pensam que só vemos F1, não há espaço para outras coisas. Eu também quero ver motoGp, WSBK, Indycar, WEC, Ciclismo, Atletismo e Séries de TV e Filmes. Já deixei de ver futebol em 2020 e já fui fanático e agora não consigo ver mais de 5 minutos sem mudar de canal, não me façam o mesmo com a F1. Já tenho a F1TV, a Sport tv pack motores, busco uma promoção no eurosport player, assino a HBO max e Prime Video, pouco tempo sobra, felizmente sem o futebol tenho tempo durante a semana para ver os streams. O que me irritou imenso foi a coincidência da F1 com as 24 horas de Le Mans e as indy 500, que eu acho abusivo, parece que querem impedir os pilotos de competir nessas provas.
Fast Turtle
21 Setembro, 2022 at 19:30
Mas a f1 tem de pensar no que nos vemos?
Adoro as 24h le mans e a Indianápolis.
Opah. Mas não é por eu adorar que a f1 vai ter em consideracao o que vejo.
Ou por eu ir ao estoril ver uma corrida qualquer nao vai haver gp nesse fds.
Por ir apanhar batatas nao vai haver gp?
F1 é f1 a nossa vida é a nossa vida.
Doi haver corridas de f1 no mesmo fds de outros grandes eventos…opah mas temos pena.