A Ferrari garante que a utilização de seis turbo compressores em apenas três corridas de F1 é apenas uma decisão estratégica e não significa que tenha quaisquer problemas de fiabilidade com o SF70H.
Com os atuais regulamentos os pilotos incorrem a penalizações na grelha de partida se utilizarem mais de quatro unidades de potência ou de certos componentes das mesmas durante a temporada. O turbo é um desses componentes e a Ferrari começou o Grande Prémio da Rússia montando o terceiro turbo do ano em cada um dos seus carros, deixando apenas um novo turbo por carro para o resto da época.
A ‘jogada’ da Ferrari é reutilizar os turbo usados anteriormente, o que é autorizado, mas para isso não podem estar danificados. O responsável de motores da equipa de Maranello, Luigi Fraboni, garante que as trocas de turbo são apenas uma medida de precaução, de modo a limitar as hipóteses de algum problema mecânico neste começo de época, e consequente perda de pontos que depois podem fazer muita falta. “De momento encaramos as primeiras corridas com alguns problemas que analisamos e as mudanças de turbo são apenas por cautela, porque estamos numa fase estratégica da época”, justifica Fraboni.










