Fernando Alonso voltou a responder a algumas perguntas dos jornalistas entre as etapas do Dakar. Inevitavelmente a F1 voltou a ser tema de conversa.
Pediram para que o piloto espanhol comparasse Lewis Hamilton e Michael Schumacher, os dois pilotos com mais títulos na F1, sendo que este ano Hamilton pretende igualar o número de conquistas do Barão Vermelho:
“Cada um tem seu próprio carácter”, disse Alonso ao La Gazzetta dello Sport. “Ambos dominaram por causa de seus carros, o que lhes permitiu fazer o que queriam fora da Fórmula 1. Michael tinha mais disciplina e preparação. Ele estava mais interessado na dinâmica da equipa. Lewis tem um carácter e estilo de vida diferentes que não seriam adequados se ele tivesse um carro normal. Os chefes não iriam gostar.”
E quando se fala de F1 com Alonso, é também inevitável falar do seu possível regresso. O piloto manteve o discurso e admitiu até que houve abordagens para o seu regresso em 2020:
“Houve duas ou três situações com algumas conversas envolvendo certas equipas”, acrescentou Alonso. “Tínhamos contactos, mas não era a hora certa.”
“O que sinto falta da Fórmula 1 é o trabalho de precisão com os engenheiros e a otimização em torno das corridas”, disse ele. “Mas não as viagens, as corridas consecutivas e apenas uma equipa a dominar.”
Acrescentou: “Este ano eu não quero agendar nada depois de Indianápolis, mas quero pensar em 2021. Não sou demasiado velho para voltar, mas quero refletir se quero voltar à Fórmula 1 por mais alguns anos.”












