Max Verstappen segue na liderança da classificação do mundial de Fórmula 1, sem que algum adversário tenha sido uma concorrência à altura do neerlandês durante as 12 primeiras corridas do ano. Até mesmo Sergio Pérez, companheiro de equipa na Red Bull, não foi um adversário à altura de Verstappen, muito menos ainda foi Lewis Hamilton, que em 2021 levou a discussão do primeiro título mundial do neerlandês até à última volta da última corrida da temporada.
David Coulthard e Eddie Jordan discutiram no podcast ‘Formula for Success’ a possibilidade do britânico lutas pelas vitórias em corridas com Verstappen, se ambos estivessem na mesma equipa e tivessem as mesmas condições.
Quando questionado por Coulthard se Hamilton já estava numa idade que não lhe permitiria bater o neerlandês, Jordan respondeu que sim, acrescentando que o atual piloto da Mercedes “ainda vai ganhar corridas, mas vai precisar de certas condições para isso acontecer. O Max está no ponto certo em termos de idade, experiência, confiança, conhecimento, com as pessoas com quem convive na equipa e penso que até mesmo com o carro”.
David Coulthard considerou, durante o mesmo episódio, que num cenário em que Verstappen e Hamilton estivessem na mesma equipa, assistiríamos a um novo confronto à imagem de Ayrton Senna e Alain Prost. Ainda assim, com alguma vantagem para Verstappen, que na opinião do antigo piloto, está mais focado nas vitórias do que Hamilton nesta fase da carreira.











O Hamilton não está focado nas vitórias, porque não tem carro para isso, se tivesse, certamente que estaria, como qualquer outro.
Eu acompanhei o podcast. Mas da forma que foi aqui foi publicado ficou curto de se perceber o que o David referiu. Ele explicou que vê o piloto da equipa inglesa quando sai das corridas focado noutros assuntos paralelos ao mundo automobilístico, enquanto Max mal sai das provas mete-se no simulador para tentar melhorar ainda mais. Foi nesse sentido de estar “mais focado nas vitórias” que ele se queria referir.
Evidentemente.
São 2 campeões de gerações diferentes. Se o Hamilton conduzisse o mesmo carro do Vestappen naturalmente seria batido por ele, embora em termos de estratégia e “saber ler a corrida” o inglês ainda possa ser mestre. É a lei da vida.
Pudera, a culpa é do Binotto.
Oras, o Alonso está aí para desmentir esse pessoal. Aliás, temos vários precedentes: Graham Hill foi campeão com 40 anos, Mansel, 39 anos e no ano seguinte campeão da Indycar com 40 anos, Jack Brabham, 40 anos, Fangio, 46 anos, Prost, 38 anos, Damon Hill, 36, sem contar Lois Chiron que venceu uma corrida com 50, e Luigi Fagioli que venceu uma corrida com 53 anos.
Idade não é o problema. Basta que o carro seja competitivo.
Infelizmente, para eles e para todos nós, a idade conta. Estudos recentes revelam que começamos a ficar mais lentos a partir dos 24 anos de idade. A velocidade é uma das coisas que, tecnicamente, perdemos primeiro. Veja-se, por exemplo, nalguns desportos em que os atletas passam da modalidade de Velocidade para a Maratona, como na Canoagem. Depois com a idade, (a partir dos 40 anos) se bem me lembro, um estudo apontava que perdemos 1% de velocidade a cada ano que passa. Recordo outro estudo, há muitos anos atrás, que já não tenho bem na memória, mas que relacionava os… Ler mais »
Uma atleta de velocidade (100m) fez o seu melhor tempo aos 36 anos.
No entanto, o último estudo que li dizia que a massa muscular diminuía a partir dos 25/26 anos
Há estudos e há exceções.