F1: E se a Ferrari tiver atualmente a única unidade motriz…legal?
Marc Priestley é um antigo mecânico da McLaren que hoje em dia se ‘movimenta’ bem nos corredores da Fórmula 1, e no seu canal de YouTube revelou que a FIA pediu recentemente a todos os fabricantes de motores de Fórmula 1 que lhes transmitissem como é o funcionamento exato do seu sistema ERS. Como se sabe, o ERS determina quanta potência o MGU-K pode fornecer e segundo Priestley a FIA suspeita que alguns fabricantes estão a exceder essa quantidade máxima, de forma semelhante à que a Ferrari manipulou o fluxo de combustível no ano passado, resumidamente, através da manipulação de um sensor. Priestley especula que a que a Ferrari está a ajudar a FIA a localizar software semelhante dos concorrentes: “Falei com várias à volta da Ferrari e entre as equipas que usam unidades motrizes Ferrari acreditam agora que têm o único motor legal a ser utilizado neste momento. Outras, que não foram investigadas com tanto rigor quanto a Ferrari, podem não estar a seguir a letra da lei”. Segundo Priestley, uma investigação está atualmente em curso…
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anotheruser
22 Agosto, 2020 at 10:16
Se for verdade… fazem um acordo secreto com a FIA.
O acordo secreto da Ferrari foi muito mau até para a Ferrari, pois deu um sinal óbvio para todas as outras equipas que há um nível de batota que se pode fazer sem que resulte em penalização, perda de pontos, etc.
É possível uma lógica pelas equipas de “vamos fazer uma coisa idêntica porque já sabemos qual a consequência. Não podemos mexer no motor de combustão, mas vamos inventar na parte eléctrica. No final, se descobertos, levamos uma slap in the wrist e fazemos um acordo secreto”
É secreto, mas no paddock não deve haver engenheiro que agora não saiba fazer o que a Ferrari de facto fez. Com uma agravante: a punição pela infracção será uma anedota.
Percebo a necessidade comercial e de manter o bom nome, credibilidade e de renome para a Ferrari querer que o acordo seja secreto, pois se não o fosse, o detalhe técnico da aldrabice iria ser público e levaria a perda de pontos/ desclassificação/multa da Ferrari e equipas por ela fornecidas e possibilidade de acções judiciais entre elas, para além de colocar o nome da Ferrari na lama.
Aproveita o Binotto que à custa daquela “melhoria” do desempenho da Ferrari subiu na hierarquia….
e ainda diziam que era devido a um pack aerodinâmico revolucionário de um reformado.