A ameaça de precipitação para o Grande Prémio do Japão dissipou-se nos últimos dias. Pilotos deverão enfrentar as exigentes curvas de Suzuka com piso seco, adiando o primeiro teste real da geração de 2026 em condições de aderência precária.
Se no início da semana os modelos meteorológicos apontavam para uma elevada probabilidade de chuva, os dados mais recentes indicam agora que a nova geração de monolugares deverá evitar, pelo menos por agora, o seu primeiro batismo de fogo em pista molhada.
Uma vasta célula de tempestade está atualmente a atravessar o território japonês de oeste para este, mas as previsões sugerem que o sistema terá passado por completo antes do início das sessões oficiais.
A possibilidade de chuva no sábado à tarde, que anteriormente parecia certa, deu lugar a um cenário onde o mais provável é que todo o fim de semana decorra com piso seco.
Para as equipas, isto representa um alívio logístico e técnico. Sem terem rodado em condições de chuva durante os testes de pré-época ou nas duas primeiras rondas do campeonato, enfrentar as “S” de Suzuka ou a mítica 130R com pneus de chuva pela primeira vez seria uma espécie de salto no desconhecido.










