Daniel Ricciardo não esconde o gosto que tem por estar na F1 mas admitiu que há algo que não gosta.
O piloto australiano afirmou que não aprecia a batalha tecnológica que se vive na F1, o que torna o desporto muito dependente dos carros:
“Provavelmente é a única coisa que eu não gosto na minha profissão escolhida”, disse ele ao The Daily Show. “Não é como o ténis, onde só podemos culpar a raquete. Há muitos equipamentos; depende muito do equipamento. O nosso trabalho é tentar estar na melhor equipa, que forneça o melhor equipamento. É como uma batalha tecnológica com os fabricantes. É louco. Entrar no grid de 20 pilotos, é obviamente uma conquista em si. Mas depois claro que queremos ser o melhor e chegar ao topo. ”
Mas, tendo dito isso, o australiano mostra-se feliz e que para ele a F1 é um trabalho de “sonho”.
“Estou a fazer o trabalho dos meus sonhos e precisamos ser lembrados disso às vezes. Somos tão competitivos e, às vezes, estamos tão envolvidos que esquecemos um pouco da perspectiva geral. Viajo pelo mundo para guiar carros em círculos, o que é incrível – há algumas curvas aqui e ali”.









