F1: Daniel Ricciardo já terá acordo com a McLaren
As peças estão a mover-se a grande velocidade e o xadrez da F1 irá certamente mudar muito em 2021. Carlos Sainz e Daniel Ricciardo já terão o futuro definido.
O anúncio da saída de Sebastian Vettel iria sempre despoletar um efeito dominó nas outras equipas com entradas e saída. O alemão irá sair da Ferrari no fim no ano e a Scuderia não demorou a encontrar um substituto. Os rumores dizem que Carlos Sainz foi o escolhido para a vaga deixada livre por Vettel. O negócio parece estar apenas preso por detalhes e o mais certo é vermos o espanhol de vermelho. Mas quem irá para a McLaren? A escolha lógica seria o próprio Vettel, e os rumores apontam para isso mesmo, mas o jornalista Leo Turrini afirmou que Daniel Ricciardo deverá ser substituto de Sainz. Ao comentar a ida de Sainz para Maranello, Turrini revelou que Ricciardo já terá acordo com a equipa de Woking:
“Sainz é um piloto sólido ”, disse Turrini à Rádio 24 da Itália. “Mas também é preciso dizer que em vários anos ele alcançou apenas um pódio, mesmo que nunca tenha tido grandes meios à sua disposição. Não é o nome que aquece o coração. Ricciardo? Parece que ele já assinou contrato com a McLaren.”
A escolha de Ricciardo para a McLaren parece estranha pois num projeto em que se pretende desenvolver uma equipa, a experiência de Vettel na Red Bull e na Ferrari poderia ser mais valiosa do que a de Ricciardo, sem esquecer que a McLaren contrataria o tetra campeão. Parece pouco plausível que já houvesse um acordo anterior a esta situação pois a vontade da equipa sempre foi manter a dupla atual. A confirmar-se a ida de Ricciardo para a McLaren, pode ser um sinal de que Vettel pode colocar a sua carreira em pausa, ou até mesmo anunciar a sua saída da competição.
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Vasco Moura
13 Maio, 2020 at 11:04
Eu acho que o Vettel vai fazer um ano sabático, é o que eu retiro entre linhas daquelas declarações de ontem a dizer que vai repensar prioridades
Roger M
13 Maio, 2020 at 11:26
Continuo a achar que poderá estar na Mercedes. Tudo dependerá de como será o carro este ano. Pois convém não esquecer que se a Mercedes não tiver um carro dominador, o Bottas seria engolido pela concorrência direta. Juntando a isso o facto de ser alemão, tetra campeão, e ainda com entrada a custo zero.
inoferreira
14 Maio, 2020 at 2:33
Aqui a uns meses tínhamos a “saga” Max na Mercedes! Agora temos a “novela” Vattel na Mercedes….
Miguel Costa
13 Maio, 2020 at 11:10
Não percebo como o Sainz é considerado para ir para a Ferrari, em 5 anos de F1 nunca mostrou nada que fizesse dele um candidato ao lugar, na minha opinião. Na Toro Rosso não ficou tão atrás do Max, verdade, mas ainda tiveram alguns encontros imediatos, o que não faz dele assim tão bom wingman (que é o que a Ferrari quer, outro Bottas). Na Renault andou completamente às aranhas, e só deve ter ido para a McLaren porque o Alonso meteu uma cunha. O pai deve ter muitos conhecimentos e a imprensa espanhola anda numa campanha que mete impressão.
pedro-prates44gmail-com
13 Maio, 2020 at 11:41
Na minha opinião, o que a Ferrari realmente quer é outro Bottas, isto é, um piloto que não faça sombra ao Leclerc. É uma estratégia que até pode resultar!
Contudo, continuo a achar que a melhor solução seria o Ricciardo, que tem muita experiência e é um piloto combativo.
O Ricciardo na McLaren, até pode ser muito interessante em termos de futuro. Irá acontecer no ano (2021) em que a McLaren muda para os motores Mercedes. Nessa altura será certamente bem mais competitiva do que foi o ano passado. Além disso com as novas regras de 2022 é bem possível que a Mercedes saia da F1 como construtor e fique apenas como fornecedora de motores, uma vez que já ganhou tudo o que havia para ganhar e poderá não estar interessada em investir milhões num novo carro para as novas regras. Nessa altura a McLaren pode muito bem ser a ponta da lança da casa Germânica!
NOTEAM
13 Maio, 2020 at 11:42
A contratação do Sainz passa precisamente por não ser um piloto Top. O Sainz é um piloto sólido e bastante completo. É forte em qualificação, mas ainda mais forte em corrida. É o piloto do grid que melhor arranca actualmente, e a par com o Perez, é capaz de gerir os pneus como ninguém fazendo resultar as estratégias mais complicadas em teoria. Uma grande vantagem que também joga a favor do Sainz, é o facto de raramente se envolver em acidentes, não é um piloto que normalmente desperdice pontos de forma desnecessária, isso é fundamental para uma equipa como a Ferrari. Sempre que o Leclerc não consiga corresponder às expectativas, a Ferrari sabe que o Sainz está lá para trazer pontos para casa, um pouco à semelhança do que acontece com o Bottas na Mercedes. E depois há questão financeira, o Sainz vai certamente receber muito menos que o Vettel, o próprio Ricciardo está também num outro patamar no que diz respeito ao salário. Não tendo estatuto de nº1, porque nunca o foi na carreira, será também um piloto mais fácil de “domesticar”. Em principio será uma situação mais fácil de gerir para os responsáveis da Ferrari, que diga-se, não se saíram nada bem a gerir a dupla Vettel/Leclerc.
Pity
13 Maio, 2020 at 13:20
Esqueceu-se da época que ele fez na McLaren, porquê?
Frenando_Afondo™
13 Maio, 2020 at 19:39
Quando esteve com Verstappen não andou longe (quando era suposto Max destruir e limpar o chão com ele, usá-lo como skateboard a destroçá-lo em todas as corridas… Dizem). Depois na Mclaren fez uma excelente época.
A Ferrari deve querer alguém que não tenha um currículo maior que Leclerc, para ser mais fácil de controlar os possíveis conflitos que apareçam, Sainz encaixa nesse perfil e parece ser um piloto consistente, que é outra coisa que a Ferrari precisa para ganhar campeonatos. Não vejo o porquê de ser assim tão “fora” escolherem Sainz.
Roger M
13 Maio, 2020 at 11:19
O Ric a confirmar como é salta poças. Ri-se muito e faz juras de amor às equipas por onde passa, mas bastando-lhe acenar uns trocos, que ele salta logo para outro lago.
Lisboa
13 Maio, 2020 at 11:23
Estou a sentir o que o “escondido” Juxpot sentiu quando viu o Alonso ir para a Ferrari.
Tal como ele, lá vou ter de criar outra conta no AS e esconder a actual por vergonha.
Isto a ser verdade, só tenho uma pergunta a fazer à McLaren, mas o Maldonado não estava disponível?
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
13 Maio, 2020 at 15:52
Olhe que eu lembro-me que o “velho Jux” era a favor da ida do Alonso para a Ferrari e até chamou miseráveis aqueles que andavam sempre a dizer que o espanhol nunca iria para a equipa italiana…
Cumprimentos
José Gonçalves
13 Maio, 2020 at 14:19
Eu continuo a pensar que vai acontecer uma surpresa em breve em relação ao Vettel. Se Toto Wolff for mesmo para a Aston Martin penso que haverá a possibilidade de Vettel ir para lá pilotar. Dinheiro nao será problema, terá motores Mercedes e quiçá algo mais 😉
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
13 Maio, 2020 at 15:54
Se a escolha é entre Ricciardo e Vettel, tendo em conta a temporada de 2014 em que os dois foram companheiros de equipa, o australiano pode já reservar o seu lugar na McLaren!
Cumprimentos
Lisboa
13 Maio, 2020 at 18:35
Se o pensamento é assim tão simplista, então para isso a McLaren deveria contratar o Kvyat, que no primeiro ano na Red-Bull ficou à frente do Colgate, ou o Vergne que também bateu o australiano, isto para não falar do Max.
Já sei, não precisa de responder, o Colgate teve muito azar de ser batido por 3 colegas de equipa diferentes, ao contrário do Vettel que é um nabo e que no último ano de contrato, a equipa não o quis apoiar mais.
Uns são péssimos por terem tido um ano mau, outros são batidos por 3 colegas de equipa (nenhum deles campeões do mundo) mas são os melhores do mundo e arredores.
Quantos colegas de equipa não campeões (presentes e futuros à data) bateram o Senna, Hamilton, Prost, Alonso e o Schumacher?
Vocês criaram outro Kubica nas vossas cabeças e não largam o osso, mas com isto os anos passam, os resultados não melhoram mas para vós, é sempre o azar que serve como desculpa para o facto de não haver resultados, nunca a falta dd verdadeiro talento.
Eu vi um Maldonado, com um Williams (que era uma bela porcaria) bater no braço o Alonso num Ferrari em Espanha. Nunca vi o Colgate fazer isto, mas vi o a apanhar muitas migalhas dadas pela guerra Hamilton/Rosberg.
Mas pronto, é só azares que o rapaz tem e teve na vida. Não precisasse a Red-Bull de vender latas na Austrália e ele nunca tinha chegado à F1. Meu rico Felix Rosenqvist.
Frenando_Afondo™
13 Maio, 2020 at 20:11
“Uns são péssimos por terem tido um ano mau, outros são batidos por 3 colegas de equipa (nenhum deles campeões do mundo) mas são os melhores do mundo e arredores.”
Sabe que fazer esta afirmação quando estás a fazer o mesmo com Ricciardo faz-te parecer um pouco… Tendencioso? (e sim, vá usa lá o argumento de eu o ser com Alonso, isso não vai invalidar o que vou escrever abaixo).
Ricciardo vs Vergne:
Duas épocas juntos, Vergne ganhou a primeira 16 a 10 (atenção que aqui Ricciardo era praticamente um rookie…), Segunda época, Ricciardo ganha 20 a 13. Ah… Então aqui já não aplicamos a “regra Vettel”? De que teve um ano mau ou tendo o sido o seu primeiro ano? (contra um piloto bem mais experiente).
Ricciardo vs Vettel:
Mais pódios, mais pontos, bateu um tetra-campeão na sua própria equipa. É preciso dizer mais? Acho um pouco má fé da sua parte dizer que foi porque Vettel foi nabo. Se me disser que Vettel a meio do ano já estava com a cabeça na Ferrari, ok, aí tudo bem. Mas tirar mérito a um piloto jovem que fez uma excelente época em 2014 e foi o único a ganhar corridas para além de Hamilton e Rosberg…
Ricciardo vs Kvyat:
Uma época e 4 corridas juntos, primeira época Kvyat ganhou… Por 3 pontos. Não foi exactamente um domínio não acha? Mas aqui já não aplicamos a “regra Vettel” também? Ou aqui não dá jeito. É que Kvyat não esteve mal, mas Ricciardo fez mais pódios… Mas se calhar aqui não conta né? Quer dizer, a menos que fosse o Kvyat a fazê-lo, amirite? lol
Segunda época (as tais 4 corridas), Ricciardo já tinha mais do dobro dos pontos de Kvyat… Preciso dizer mais alguma coisa?
Ricciardo vs Verstappen:
Três épocas juntos, primeira época Ricciardo bate Verstappen por 29 pontos (retirei os pontos das 4 primeiras corridas), fez mais pódios e acabou mais veze sna frente de Verstappen.
Segunda época: acabou na frente de Verstappen por 32 pontos, fez bem mais pódios que Ricciardo.
Terceira época: Só contei os pontos até à Bélgica, porque depois da Bélgica a equipa já não estava com a mesma concentração em Ricciardo, além que no segundo período teve 4 abandonos (em 9 corridas) por falta de fiabilidade contra zero abandonos de Verstappen… Assim que não me aprece nada justo comparar os dois neste período.
Assim sendo, Ricciardo ficou na frente de Verstappen 118 a 105.
Na Renault bateu o Hulk, por isso nem vale a pena falar sobre isso, né.
Por isso… Continuo sem entender essa narrativa de que foi batido por 3 colegas de equipa. Especialmente na questão do Verstappen, quando este só bateu Ricciardo quando este anunciou a sua ida para a Renault (e começaram os problemas de fiabilidade corrida sim, corrida também).
Lisboa
13 Maio, 2020 at 23:31
Se tu podes embirrar com o Alonso, 2 vezes campeão do mundo, porque razão não posso eu embirrar com o Colgate?
Não retiro mérito à argumentação que fazes, mas como se costuma dizer, “diz o roto ao nu”.
A argumentação que atiras contra mim sobre o aquilo que digo sobre o Colgate, é exactamente aquela que usas para o defender.
Eu digo que o Max bateu-o e tu dizes logo que foi só na 2° temporada completa, pois na primeira foi o Colgate que venceu. Se aceitas esse argumento, então também tens de aceitar que o australiano só bateu o Kvyat e o Vergne nas temporadas seguintes, sendo as primeiras sempre batido.
Depois, dizes que o Colgate só perdeu para o Max porque a equipa cagou para ele, mas não aceitas que foi precisamente isso que a Red-Bull fez ao Vettel em 2014.
Isso para mim é cegueira aguda, ainda mais por um piloto que pouco tem para mostrar em 10 anos de F1, cujo o único feito (pelo vistos celebrado) que alcançou foi ficar à frente do Vettel em 2014. Isso é muito pouco para a enorme idolatração que lhe fazem.
Recuso-me determinantemente a aceitar que tamanha mediocridade seja endeusada.
Os feitos dele, estão a par do Perez. A diferença é que o mexicano nunca teve um carro verdadeiramente competitivo. No entanto não vejo ninguém a endeusar o mexicano.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
13 Maio, 2020 at 22:08
Oh forista Lisboa, até parece que você tem alguma coisa contra o Ricciardo…
Para tirar as duvidas nada melhor que o australiano ir para a McLaren e a equipa inglesa ter um carro competitivo para o ano!
Cumprimentos
Lisboa
13 Maio, 2020 at 23:39
Espero que não vá. Se for, que não destrua o ambiente e que não espezinhe o Norris na tentativa desesperada de mostrar serviço para depois abandonar o barco. Não lhe vou desejar mal nenhum, como nunca desejei, mas não ficarei nada feliz, ainda para mais, quando existe um outro piloto chamado George Russell, que por acaso é um piloto britânico apoiado pela Mercedes, futura fornecedora da McLaren.
E o que não gosto dele, é a cegueira do endeusamento que lhe fazem, apenas e só, porque bateu um demissionário Vettel, piloto esse, que ganhou imensos inimigos nos fãs da F1 porque em 4 anos seguidos, bateu tanto o Alonso como o Hamilton, entre outros.
Os fãs do Colgate foram forjados no ódio das conquistas do Vettel.
Tal como os “inimigos” portugueses do Kvyat, foram forjados na sua escolha face ao AFC.
Frenando_Afondo™
13 Maio, 2020 at 20:13
Espero bem que Ricciardo vá para a Ferrari ou Mclaren. Na Renault é um desperdício, tem imenso talento e bateu colegas de equipa bem mais cotados, que era suposto limparem o chão com ele (mas nem o conseguiram bater, lol quanto mais).
Adorava vê-lo na Mclaren.
Diogo Carvalho
13 Maio, 2020 at 23:30
Como adepto da Mclaren e do ricciardo estou muito contente com este possivel ingresso do australiano na equipe inglesa. So acho estranho é a ferrari preferir o sainz ao inves do ricciardo. Talvez porque ele daria mais luta ao monegasco?