F1: Carlos Sainz diz que calendário com 22 corridas é o limite

Por a 18 Setembro 2019 10:00

O aumento do número de corridas continua a ser um dos temas discutidos para o futuro da F1. Desde que o Grande Circo passou a ter mais de 20 corridas que as equipas avisam para os perigos que tal pode representar para a sua sustentabilidade.

Carlos Sainz deu a sua opinião, pensando naqueles que nem sempre são lembrados… os staff das equipas:

“A minha opinião pessoal é que já estamos a atingir o limite do que é possível na Fórmula 1”, disse Sainz à SoyMotor.com “Não me importo de participar de 23, 24 ou 25 corridas, mas vejo que há pessoas nas equipas que sofrerão muito mais do que os pilotos. Isso teria que ser levado em consideração, porque teríamos que mudar a estrutura das equipas, começar a ter duas equipas numa, para alternar entre corridas. E não queremos chegar a esse ponto. Mas 22 corridas está no limite.”

“O meu calendário ideal tem entre 20 e 22 corridas, no máximo. Eu não digo isso por mim, digo pelos os membros da equipa que trabalham muitas horas no circuito e viajam muito e não têm as mesmas condições que os pilotos. ”

Na verdade a parte do cansaço das equipas raramente é tido em conta. O esforço que os mecânicos e o staff coloca para ter tudo a funcionar em tempo recorde não passa na TV e como tal é facilmente esquecido. Mas sem essas pessoas, o Grande Circo não avançava ao ritmo alucinante a que avança. Será preciso ter isso em conta para o futuro e o uso de equipa em alternância iria contra a vontade de reduzir custos.

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