F1: Adrian Newey pode ser o motivo da infração da Red Bull ao limite orçamental
A Federação Internacional do Automóvel confirmou que a Red Bull cometeu uma infração leve ao limite orçamental de 2021, devendo o montante rondar os 2 milhões de dólares, segundo alguns rumores, visto que a entidade federativa não publicou o valor da “derrapagem” da equipa de Milton Keynes, que continuam a afirmar não terem ultrapassado o limite orçamental. Dos Países Baixos, através da Ziggo Sport, vem a informação que os serviços de Adrian Newey podem ter sido a causa da disputa entre Red Bull e FIA sobre esta matéria, em particular a relação contratual entre o projetista e Milton Keynes.
O regulamento financeiro exclui das contas do limite orçamental os três salários mais altos de cada equipa, assim como as remunerações dos pilotos. Newey teria de ser um dos mais bem pagos da Red Bull, no entanto, avança a Ziggo Sport que o engenheiro britânico não é funcionário da equipa, uma vez que os seus serviços são contratados através da sua própria empresa de engenharia. Logo, o montante pago à empresa de Newey não deve ser excluído das contas do limite orçamental.
Esta é a teoria dos neerlandeses, mas será realmente verdade? Ninguém pode afirmar com certeza porque a FIA não divulgou qualquer detalhe acerca da infração da Red Bull, limitando-se apenas a anunciar que a equipa tinha de facto cometido uma infração de um valor “menor”. Anteriormente, já se especularam outros motivos para a infração da equipa de Milton Keynes e é provável que surjam mais nas próximas semanas, assim como os pedidos para que a FIA tenha mão pesada nas sanções aplicadas, que também não foram divulgadas ainda.
O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI





Cágado1
18 Outubro, 2022 at 17:50
Esta faz-me lembrar o Sr.Assis, que queria cortar o castão da bengala, porque ela estava alva era em cima, não na ponta. É irrelevante onde gastaram mais, se gastaram mais foi no total, as parcelas são irrelevantes.
Agora, sempre acreditei muito pouco que estes valores sejam auditáveis, como bem exemplifica o colega Lisboa.
Lisboa
18 Outubro, 2022 at 18:21
E as “portuguesisses” nem paravam por aí.
Visto que os bónus/prêmios ao pessoal não conta para o limite de custos, é fazer como se faz aos camionistas portugueses. Salários de 700€ e bónus de 2000€.
Logo aí reduzia-se uns milhões por ano em “salário”, pois o remanescente era pago por fora em bónus, simples.
Para não falar que o equipamento de Garagem, que conta, podia ser alugado a uma empresa na Tailândia por modicas quantias.
Aí aí, tanta “portuguesisse” ou “Briatorisse” se consegue fazer, é que não é difícil fazê-lo, basta é ser criativo.
Mas pronto, não estou com isto a dizer que sou a favor deste tipo de malabarismos, mas que é possível fazê-lo e contornar a cena, lá isso é, pois onde há preto e branco, há muito cinzento.
Fabiano Bastos das Neves
18 Outubro, 2022 at 20:06
Se o estouro ocorreu unicamente por esta razão, o problema está no regulamento. Pouco importa se engenheiro recebe como empregado direto da equipe ou através de uma empresa. A RB não levaria vantagem esportiva nenhuma nisso.
...
18 Outubro, 2022 at 21:10
Acho que a malta aqui não leu o “pode” …”NEWEY PODE SER O MOTIVO”…gosta-se muito de cusquices por estes lados…
Nrpm
19 Outubro, 2022 at 10:23
O Direito anglo-saxónio costuma ser muito simples na sua forma normativa…mas pelos vistos a FIA continua a ter produção de regras de estilo muito romanico-germanico. Isto é, as empresas que baseiam os teams estão maioritáriamente situadas no regime juridico-fiscal britanico – aí não brincam com contabilidades criativas. Desportiva e tecnicamente são reguladas por normas vagas, flexiveis e distorsíveis em interpretações casuisticas e variáveis.
Modernizem-se, evoluam : ou é branco ou é preto.
Seja a questão o Newey, as chewing-gums ou os parafusos, as despesas ou cabem e estão no plafond ou ultrapassam-no.
Actue-se, puna-se ou ilibe-se, mas sobretudo divulgem os dados para haver transparencia e seriedade á vista de todos, despachando a causa com celeridade e sem palacianismos.
Nrpm
19 Outubro, 2022 at 10:27
O Direito anglo-saxónio costuma ser muito simples na sua forma normativa…mas pelos vistos a FIA continua a ter produção de regras muito romano-germano. Isto é, as empresas que baseiam os teams são maioritáriamente situadas no regime juidico-fiscal britanico – aí não brincam com contabilidades criativas. Desportiva e tecnicamente são reguladas por normas filosoficas e distorsíveis em interpretações casuisticas e variáveis.
Modernizem-se, evoluam : ou é branco ou é preto.
Seja a questão o Newey, as chewing-gums ou os parafusos, as despesas ou cabem no plafond ou ultrapassam-no.
Actue-se, puna-se ou ilibe-se, mas sobretudo divulgem os dados para haver transparencia e seriedade á vista de todos, despachando a questão com celeridade e sem palacianismos.
Nrpm
19 Outubro, 2022 at 10:30
O Direito anglo-saxónio costuma ser muito simples na sua forma normativa…mas pelos vistos a FIA continua a ter produção de regras de estilo muito romanico-germanico. Isto é, as empresas que baseiam os teams são maioritáriamente situadas no regime juridico-fiscal britanico – aí não brincam com contabilidades criativas. Desportiva e tecnicamente são reguladas por normas filosoficas e distorsíveis em interpretações casuisticas e variáveis.
Modernizem-se, evoluam : ou é branco ou é preto.
Seja a questão o Newey, as chewing-gums ou os parafusos, as despesas ou cabem no plafond ou ultrapassam-no.
Actue-se, puna-se ou ilibe-se, mas sobretudo divulgem os dados para haver transparencia e seriedade á vista de todos, despachando a questão com celeridade e sem palacianismos.
simiao jms
19 Outubro, 2022 at 10:43
Num país onde tanta coisa acontece, Querem-me fazer acreditar que na F1 onde se geram milhões diários, não fazem muito pior para fugir á regra, só para conquistarem títulos?… Não brinquem com esta m….