F1: 2025 poderá dar pouco ao nível de evoluções e equipas podem mudar foco rapidamente
2025 não será um ano fácil para os engenheiros da F1. Com a “revolução” de 2026 a chegar as equipas não quererão perder muito tempo se entenderem que o ano não dará os frutos desejados. Será um equilíbrio difícil de encontrar, pois desde o primeiro dia deste ano que as equipas estão autorizadas a desenvolver os carros de 2026, ano que pode mudar o equilíbrio de forças na F1.
O chefe de equipa da Ferrari, Frédéric Vasseur, admitiu que a equipa pode mudar a sua atenção para a época de 2026 no início de 2025, dependendo das suas hipóteses de título. Com a chegada dos novos regulamentos em 2026, as equipas podem iniciar o desenvolvimento aerodinâmico a partir de 1 de janeiro de 2025.
Vasseur afirmou que a Ferrari iria equilibrar o trabalho em ambas as épocas inicialmente, mas daria prioridade a 2026 se não estivesse na luta pelo título:
“Penso que, a partir do início de 2025, teremos de dividir o nosso tempo e recursos entre os dois programas”, disse o francês. “Inevitavelmente, os resultados da primeira série de corridas em 2025 determinarão como procederemos a partir de então.
“Se percebermos que não temos muito a ganhar ou perder nesta temporada, rapidamente concentraremos todos os nossos esforços no projeto de 2026”, acrescentou Vasseur. “Mas se estivermos a lutar pelo título, teremos de passar um número significativo de horas por semana a desenvolver o carro de 2025.”
O patrão da Mercedes, Toto Wolff, fez eco deste sentimento, sugerindo que a maioria das equipas irá mudar o foco para 2026 mais cedo, com poucas atualizações esperadas após o verão.
“Penso que a maioria das equipas vai optar por transferir a maior parte dos seus recursos para os novos carros de 2026 logo no início, mas vai ser um vai e vem durante alguns meses”, afirmou. “Penso que tudo se irá ajustar ao que deve ser nas primeiras corridas, mas não tenho a certeza de que veremos muitas atualizações depois do verão.”
Foto: Philippe Nanchino / MPSA
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galileufigarogmail-com
16 Janeiro, 2025 at 10:33
2008 foi o último ano em que a F1 teve piada. Estes motores híbridos tiraram todo o prazer audível da competição. Lembro-me de ver o Mansell no Estoril. Quando ligou o motor do Ferrari, o público saltou com o susto e as folhas voavam, afastando-se do carro. A tecnologia evoluiu, deu algumas corridas e campeonatos excitantes, mas sinto que está já não é a F1 com que cresci e aprendi a amar
Rui Sousa
16 Janeiro, 2025 at 11:11
No meu caso, foram os motores híbridos que me fizeram regressar à F1. Acompanhei desde miúdo, cheguei a ser comissário de pista no Estoril, mas depois fui perdendo a ligação, que se cortou completamente com a ida para canais pagos.
Mas voltei em 2014, curioso pela nova tecnologia de motores.
O barulho dos motores? Na televisão é indiferente, ao vivo, não percebo o interesse de assistir a uma corrida com os dedos nos ouvidos ou de tampões.