Nikita Mazepin já tem pressão suficiente em cima devido aos erros que cometeu desde que foi confirmado na Haas e ao contexto em que chegou à F1. O caso ‘pessoal’ do que publicou nas redes sociais e mais recentemente o pouco que rodou até se despistar na primeira corrida do ano, realizada no Bahrein. Isto para além da maioria dos observadores dizer que está na F1 somente por causa do dinheiro do pai, porque não tem qualidade para ali estar.
É muito forte o que o jovem russo tem para ultrapassar e a tudo isso junta-se uma equipa fraca e um carro mau que não vai ser evoluído este ano.
Tudo isto junto, é bem capaz de ser demais para o jovem, e talvez não fosse mal pensado fazer uma espécie de ‘reset’, deixar Mazepin correr sem haver quem lhe caia constantemente ‘em cima’. E no fim do ano, sim, tirar as devidas conclusões do que foi a época.
Mick Schumacher revelou publicamente que já conhece Nikita Mazepin há muito, referindo-se mesmo à reputação do russo de ser muito agressivo em pista: “Conhecemo-nos desde 2013 onde fomos companheiros de equipa no Tony Kart.
Mesmo antes disso, lembro-me de termos tido uma corrida juntos, em La Conca. Foi a primeira vez que reparei nele, porque um dos meus colegas de equipa disse que eu tinha de ter cuidado, porque ele era bastante agressivo!
Depois disso penso que tivemos algumas corridas juntos, alguns campeonatos juntos.
Acho que o respeito está lá. Obviamente, vamos agora trabalhar juntos, onde somos apenas nós os dois, por isso vai ser interessante ver como corre este ano”.
“Tenho um enorme respeito por ele como piloto de corridas”, respondeu Mazepin, quando questionado sobre o seu colega de equipa. “Também gosto muito dele como ser humano. Há diferentes indivíduos no desporto automóvel e alguns são bastante difíceis de acompanhar. Mas Mick é completamente o oposto, por isso sinto-me afortunado por ele ser obviamente o meu companheiro de equipa.
Não pude escolhê-lo, mas é bom ter um tipo simpático à nossa volta. E também penso que é uma possibilidade muito boa para a equipa, porque quando não se tem qualquer negatividade e ambos estão apenas a querer aprender e avançar, isso pode ajudar-nos”, disse Mazepin.










