“Esta é uma excelente notícia para todos. Para a Campos, para Bruno Senna e para a Fórmula 1. Espero que ele tenha um bom carro, pois isso também é importante para despontar. Mas quero alertar que ele não é o Ayrton Senna. Ninguém o é! Depois disso penso que seria bom ter outro grande nome na equipa, não era?”, referiu ao Estadão, tentando ‘impor’ Nelson Piquet, numa clara tentativa de juntar os nomes de Senna e Piquet em 2010, mas a verdade é que a Campos pretende um piloto espanhol, com Pedro de la Rosa à ‘cabeça’. Como alternativa está o venezuelano Pastor Maldonado, com grande apoio financeiro por parte do governo de Hugo Chávez.












