Tasanapol Inthraphuvasak foi a primeira vítima da exigência do Madring. Muito se tem falado do traçado e das suas caraterísticas, especialmente depois do teste da F3 e hoje, a F2 já viu a sua primeira vítima.
Inthraphuvasak perdeu o controlo do seu monolugar e embateu com violência nas proteções da pista, com o carro a incendiar-se. O piloto saiu ileso, mas a sessão de treinos da F2 ficou sob bandeiras vermelhas. Espera-se um fim de semana exigente para comissários, pilotos e equipas.
Video of Tasanapol Inthraphuvasak's accident in the F2 practice
— Holiness (@F1BigData) September 11, 2026
Driver is OKpic.twitter.com/pvHt9J48N8
Antes deste acidente, as proteções de Madring já tinham sido estreada por Nicola Lacorte, no treino de F3, no primeiro contacto mais forte com as barreiras, mas sem graves consequências.
Nicola Lacorte has had the honor of being the first to hit the MadRing walls todaypic.twitter.com/ypbA5rRm4d
— Holiness (@F1BigData) September 11, 2026











Este acidente deixou-me muito apreensiva, não com a saúde deste piloto, que saiu rápido do carro, mas com a ausência de extintores. O que é que poderia ter acontecido se o piloto se tivesse magoado e não pudesse sair do carro sem auxílio? Ser necessário esperar pelos bombeiros não é admissível num circuito moderno, num país civilizado.