Lewis Hamilton concluiu o Grande Prémio dos Países Baixos na quarta posição, numa prova marcada pela insatisfação do piloto britânico com as decisões táticas da Ferrari e pela desobediência inicial de Charles Leclerc às ordens da equipa.
A tensão no seio da equipa de Maranello surgiu quando Hamilton, a rodar com um ritmo superior e pneus mais recentes, pediu passagem sobre o colega de equipa. A Ferrari ordenou a ida de Leclerc às boxes, mas o piloto monegasco ignorou a instrução inicial e manteve-se em pista, gerando forte protesto do britânico pela perda de tempo acumulada. Leclerc acabou por parar apenas duas voltas depois, numa operação lenta de 3,4 segundos.
Decisões estratégicas e perda do pódio para George Russell
Numa fase mais adiantada da corrida, Hamilton voltou a criticar a estratégia da Ferrari, questionando a escolha de compostos e o atraso na realização da segunda paragem enquanto perdia cerca de dois segundos por volta na pista, deixando claro esse facto via rádio.
Embora o acionamento do Virtual Safety Car lhe tenha permitido recuperar posições, uma nova neutralização na fase final impediu o ataque a George Russell, fixando o piloto no quarto posto e frustrando a luta pelo pódio no Circuito de Zandvoort.
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