Apesar de se ter insurgido inicialmente para as ordens de equipa, George Russell considerou posteriormente justa a decisão da Mercedes de o ordenar a ceder a segunda posição ao colega Kimi Antonelli na fase final do Grande Prémio dos Países Baixos. Apesar do desconforto inicial manifestado via rádio, o piloto britânico sustentou que a diferença de ritmo entre ambos tornava a ultrapassagem inevitável, priorizando a estabilidade interna da equipa.
Regras internas da Mercedes e gestão de corrida
A troca de posições ocorreu após uma paragem tardia sob Virtual Safety Car, que permitiu a Antonelli montar pneus macios e aproximar-se com clara vantagem de ritmo sobre Russell. O piloto inglês explicou após a prova que o protocolo interno da Mercedes prevê a inversão de posições sempre que os pilotos cumprem estratégias distintas, evitando lutas desnecessárias que comprometam o resultado coletivo.
Defesa do pódio perante a pressão da Ferrari
Apesar de ter perdido tempo com a manobra e de ter ficado temporariamente exposto às investidas dos Ferrari de Lewis Hamilton e Charles Leclerc, Russell conseguiu segurar o terceiro lugar no Circuito de Zandvoort. O piloto britânico reconheceu que o colega de equipa merecia o segundo posto e admitiu que recusar a ordem poderia ter culminado num quinto lugar final. Russell sublinhou ainda a relevância de respeitar as diretrizes da equipa com vista ao trabalho de longo prazo no campeonato.
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