Sébastien Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) consolidou o comando do Rali da Finlândia ao terminar a especial de Päijälä com o segundo melhor tempo, distanciando-se ligeiramente do rival mais direto, Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1). O piloto francês, navegado por Julien Ingrassia, registou 4:55.3 no troço, ficando a apenas 0.8 segundos do vencedor da classificativa, o finlandês Sami Pajari (Toyota GR Yaris Rally1), mas batendo Evans por 0.8 segundos e dilatando a vantagem na liderança da geral para 13.8 segundos.

No final da especial, Sébastien Ogier demonstrou entusiasmo com o traçado. «Bela especial. Foi simplesmente incrível conduzir aqui», declarou Sébastien Ogier, secundado pelas palavras do colega e coadjuvante Julien Ingrassia: «Foi uma especial bem fixe esta.»
O principal destaque cronometrado pertenceu a Sami Pajari, que estabeleceu a nova referência ao rodar em 4:54.5, superando a concorrência com uma prestação memorável. «É um troço realmente, realmente único e especial. Continua a ser uma das melhores, especialmente no sentido inverso, que era novo para mim. Gostei do desafio e foi mais agradável, na verdade. A sensibilidade esteve ok, pelo menos», afirmou Sami Pajari sobre o percurso.
Elfyn Evans e Oliver Solberg gerem dificuldades com saltos e intercomunicadores
Elfyn Evans não conseguiu contrariar o ritmo imposto por Pajari, assinando o tempo de 4:56.1, o que o deixou a 1.6 segundos do tempo de referência. O piloto britânico admitiu alguma prudência na abordagem aos saltos. «Acho que fui um bocado cauteloso demais nuns quantos saltos e também fui largo num sítio, mas nada de grave. Foi uma [especial] espetacular», avaliou Elfyn Evans.

Por sua vez, Oliver Solberg (Toyota GR Yaris Rally1) completou o troço 1.1 segundos mais lento que o seu colega de equipa japonês Takamoto Katsuta, debatendo-se com um problema técnico a bordo. «O intercomunicador passou para o modo de troço. Custou-ouvir o [co-piloto] Elliott Edmondson. Conseguia ouvi-lo, mas não devidamente. Foi uma especial horrível da minha parte», lamentou Oliver Solberg.
Reações e espetáculo nos saltos da Finlândia
A espetacularidade dos troços finlandeses, marcada por constantes mudanças de ritmo e saltos longos, gerou reações vivas em todo o pelotão. Takamoto Katsuta parou o cronómetro em 4:58.9, destacando a evolução da aderência: «Foi uma especial simpática. Estava um bocadinho mais húmida do que a anterior. Depois de uns quantos carros haverá mais aderência. Temos de tentar desfrutar do rali.»

Mārtiņš Sesks (Ford Puma Rally1) cedeu 2.3 segundos para o topo, mas rendeu-se à beleza da especial. «Divertimo-nos um bocado. Esta especial é simplesmente incrível. Longas curvas, a subir, a descer e saltos», comentou Mārtiņš Sesks. Na mesma linha, Adrien Fourmaux (Hyundai i20 N Rally1) registou 5:00.1 e garantiu estar a saborear o pilotagem: «A especial é simplesmente espetacular e neste carro foi fantástico. Sinto que não tenho aderência, mas de resto estou a desfrutar. É uma das melhores especiais.»
Nos lugares do fundo da tabela desta especial, Joshua McErlean (Ford Puma Rally1) sofreu com a violência dos voos, rubricando 5:07.8. «Nunca tinha tido uma aterragem de salto assim antes. Felizmente estamos bem», assinalou Joshua McErlean.
Thierry Neuville (Hyundai i20 N Rally1) fez 5:01.3 e elogiou a exigência do percurso: «É uma especial adorável. Infelizmente encurtaram-na, pois adorava a versão mais longa. Continua a ser adorável e muito exigente para os co-pilotos. Houve muito tempo no ar, por isso é divertido.»
Jon Armstrong (Ford Puma Rally1) encerrou o lote inicial de passagens com 5:07.4, reconhecendo as dificuldades de tração: «É uma grande especial e as condições são bastante compactas. Estava um bocado escorregadio. Não fiz uma grande ronda, estive com dificuldades em meter a aderência no chão.»

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