Jon Armstrong ficou condicionado logo no arranque do Rali da Estónia ao danificar a roda dianteira esquerda do Ford Puma Rally1 após uma ‘aterragem’ num salto, logo no primeiro troço. O toque custou 19,6 segundos ao piloto da M-Sport Ford, acabando por prejudicar a sua ordem de partida, mais tarde, nas classificativas do dia seguinte, remetendo o estreante irlandês para o nono lugar final, contas feitas….
O impacto da posição na estrada e a adaptação ao Ford Puma Rally1
Com o piso bastante solto, o tempo perdido no arranque forçou Armstrong a abrir a estrada na etapa de sábado: “Não sabemos realmente o que teria sido possível dada a posição na estrada”, refletiu Armstrong. “Ainda assim, acho que foi bastante positivo pelos tempos que fixamos e pelo ritmo demonstrado em comparação com o Mārtiņš Sesks.”
Aos 31 anos, o piloto estreou-se na terra rápida ao volante de uma viatura da categoria principal, destacando o comportamento aerodinâmico do carro. “Estes carros são fantásticos com toda a aerodinâmica. É uma verdadeira descarga de adrenalina e ‘forçamos o ritmo’ o máximo que podemos”, destacou.
Apesar da experiência acumulada para o próximo Rali da Finlândia, o irlandês antecipa dificuldades acrescidas no regresso a um evento onde só competiu em 2016. Armstrong admitiu que a falta de conhecimento dos troços face aos adversários tornará a prova finlandesa “um pouco complicada”.










