George Russell falhou os pontos pelo segundo fim de semana consecutivo ao terminar o Grande Prémio do Mónaco na 13ª posição. O piloto britânico da Mercedes, que partiu do sexto lugar e chegou a rodar em posto de pódio, caiu na classificação geral após ser forçado a cumprir um drive-through na fase final da prova.
A desorganização nas boxes da equipa Mercedes esteve na origem da perda de posições do piloto. Russel fora inicialmente punido com cinco segundos por excesso de velocidade na via das boxes. Contudo, os mecânicos começaram a trabalhar no monolugar antes do tempo regulamentar expirar, resultando na aplicação de um drive-through.
Toto Wolff e a estrutura técnica informaram o piloto de que não houve erro humano na ativação do limitador de velocidade, apontando para uma falha no software. O desfecho em Monte Carlo permitiu ao seu colega de equipa, Kimi Antonelli, alargar a liderança do Mundial de 43 para 68 pontos.
Visivelmente desalentado com o acumular de incidentes na temporada de 2026, Russell expressou a sua desilusão face à rigidez da sanção. “A punição não se adequa ao crime, passei de terceiro para zero pontos”, criticou em declarações pós corrida. O britânico garantiu ainda que mantém a confiança, lembrando os triunfos nos Sprints e em Melbourne, mas admitiu o desgaste mental. “Dormiria melhor sabendo que a falha no Canadá foi por bater num corretor e que hoje entrei depressa demais. Quando está totalmente fora do teu controlo, é duro”, desabafou.
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