Sébastien Loeb e a Dacia lideram a competição a apenas 100 km do final do BP Ultimate Rally-Raid Portugal. A perseguição é intensa, com três Toyota logo atrás: Seth Quintero (+2′30″), o português João Ferreira (+3′53″) e Guy Botterill (+4’34”). Em condições normais, o favoritismo recai sobre Loeb, devido à sua vasta experiência nestas estradas, muitas das quais foram utilizadas no Rali de Portugal entre 2007 e 2014.
João Ferreira também conhece bem o terreno, tendo competido várias vezes nas pistas do campeonato português de todo-o-terreno. Seth Quintero, piloto de ralis no campeonato norte-americano, poderá também ter um papel importante na derradeira etapa.
Guy Botterill enfrenta maiores dificuldades, enquanto Seth Quintero poderá beneficiar de uma pista mais limpa por partir de uma posição mais recuada.
João Ferreira terá a desvantagem de partir na frente de Loeb, o que poderá influenciar a estratégia e o ritmo da corrida, pois o francês pode ver as trajetórias do seu adversário e o português não. Com o piso seco, quanto mais atrás, melhor, até ao momento em que os pisos começam a ficar mais destruídos.
Challenger e SSV: gerir a vantagem
Nos Challenger, Alexandre Pinto precisa apenas de concluir a prova com o seu Taurus T3 Max. Com uma vantagem de 4m51s, pode gerir a sua corrida de forma estratégica.
Nos SSV, Miguel Barbosa (Polaris RZR Pro R) lidera com 3m36s de vantagem sobre João Monteiro (Can Am Maverick R), uma diferença que, em condições normais, deverá ser suficiente para garantir a vitória.
Resta agora aguardar pelo derradeiro esforço dos pilotos e pela contagem do cronómetro para determinar os grandes vencedores desta edição do BP Ultimate Rally-Raid Portugal.











