Zak Brown manifestou publicamente o seu apoio à reeleição de Mohammed Ben Sulayem como presidente da FIA, destacando o papel central do dirigente na conclusão do novo Acordo da Concórdia que regerá a Fórmula 1 a partir de 2026. Este entendimento surge após uma época de grande sucesso para a McLaren, coroada com o “dobradinha” de títulos de pilotos e construtores.
O novo Acordo da Concórdia, assinado pela FIA, pelas 11 equipas e pela Formula One Management, define o enquadramento desportivo, comercial e de governação da F1 para os próximos cinco anos. Entre outros pontos, estabelece a forma como são distribuídas as receitas televisivas e os prémios de classificação do campeonato de construtores, mantendo sob confidencialidade a maioria dos detalhes específicos, como tem sido tradição desde o primeiro acordo em 1981.
A reeleição de Ben Sulayem, em funções desde 2021, decorreu num contexto polémico, uma vez que o processo eleitoral é alvo de contestação judicial por parte de Laura Villars, que alega falta de equidade por ter ficado impossibilitada de apresentar candidatura. A exigência de indicar um vice-presidente de cada região global da FIA, conjugada com o facto de o único nome elegível da América do Sul já estar alinhado com a lista do atual presidente, deixou Villars e outros potenciais oponentes fora da corrida.
Num vídeo publicado na conta oficial da FIA no Instagram, Zak Brown enalteceu o trabalho do presidente:
“A maior conquista do presidente até à data foi conseguir que o Acordo da Concórdia para 2026 e além ficasse concluído de forma discreta, fora dos media e de uma maneira justa e equilibrada. Acho que o desporto nunca esteve tão saudável, há um foco real no que é melhor para a modalidade e isso, naturalmente, tem sido liderado pelo presidente e pelo Stefano [Domenicali] a trabalhar em estreita colaboração. Estou muito satisfeito com o estado atual da Fórmula 1.”











