Castro Almeida, ministro da Economia, garantiu que “não haverá saldo negativo para o Estado”. Num momento em que o país enfrenta vários desafios em muitos setores, a vinda da F1 pode ser encarada como um “luxo” desnecessário para o país. Mas o ministro garante que o saldo será positivo.
Segundo Castro Almeida, “o volume de impostos associados à atividade vai ser de superior valor ao custo estimado pelo estado”. E qual o custo para o estado? Apesar de não haver números certos, o governante aponta para um valor “substancialmente inferior” a 50 milhões de euros. Os valores certos não são revelados de forma clara, pois o ministro mostrou “alguma reserva em falar de valores” que virão a ser públicos no futuro. Mas a justificação passa pela FIA, que está a negociar novos contratos com outros países e, por isso, o ministro recusou-se a avançar com valores definitivos.
O governo estima um impacto económico de 140 milhões de euros, que advirão da chegada de 200 mil visitantes, 150 mil dos quais espetadores.
No que diz respeito ao regresso da F1 ao Estoril, o ministro abriu a porta a “conversas posteriores” com a Câmara Municipal de Cascais “sobre a forma de rentabilizarmos o Estoril”. Recordamos que o presidente eleito do município de Cascais colocou como promessa eleitoral o regresso da F1 ao Estoril.










