Liam Lawson rejeitou a ideia de que tenha sentido um ambiente pesado ou instável durante a sua breve passagem pela equipa principal da Red Bull, pouco antes da surpreendente saída de Christian Horner e recusou a ideia de que essa potencial instabilidade possa ter tido influência na sua saída da equipa.
O britânico de 51 anos foi afastado de todas as funções de liderança apenas dias depois do Grande Prémio da Grã-Bretanha, perdendo a confiança da estrutura austríaca que liderava desde a fundação da equipa, há mais de duas décadas. O cargo foi de imediato entregue a Laurent Mekies, até então responsável máximo da Racing Bulls.
Lawson, que tinha sido promovido da equipa satélite à Red Bull no início da temporada, acabou por ser substituído por Yuki Tsunoda após apenas duas corridas. Questionado sobre se a instabilidade interna poderia ter influenciado esse desfecho, o neozelandês foi taxativo:
“Não, não penso que tenha tido influência. Não foi algo que tenha notado. Se estivesse mais atento às posições de cada um, talvez percebesse algo, mas eu tinha demasiadas coisas em que pensar. Limitei-me a lidar com as decisões que me afetaram diretamente. Na verdade, só estive duas corridas na Red Bull. Não trabalhei muito com eles. Passei muito mais tempo a trabalhar com o Laurent”, explicou.
A queda de Horner, figura central nos quatro títulos consecutivos de Sebastian Vettel e na era dominante de Max Verstappen, marcou uma das maiores mudanças internas da história recente da Fórmula 1.











