James Hinchcliffe, antigo piloto e atual comentador de F1, considera que Charles Leclerc continua a ser prejudicado pela forma como reage em pista quando as coisas correm mal.
No GP da Hungria, o monegasco partiu da pole e liderou nas voltas iniciais, mas problemas no chassis ditaram a perda de ritmo, caindo para quarto. Para piorar, ainda recebeu uma penalização de cinco segundos após uma defesa dura contra George Russell.
“Não é um tipo que conduz mais rápido quando está zangado”
Para Hinchcliffe, o problema não esteve apenas no carro:
“Obviamente, Leclerc ainda é um piloto muito bom numa volta”, disse Hinchcliffe. “E seja ele, seja o carro, seja a equipa, é difícil converter isso aos domingos, por qualquer motivo. É uma combinação de fatores. Ainda acho que ele fica um pouco com as emoções à flor da pelo no carro de corrida, o que o prejudica. Na Hungria, quando as coisas estavam a correr mal, o tom de voz dele, ele parecia irritado. Ele parecia agitado no carro. E essa não é uma boa posição para se estar”.
“Isso não teria alterado o resultado dele ali, mas há outros exemplos em que eu comparo isso com… falamos sobre como o Oscar é esse tipo de pessoa fria», acrescentou Hinchcliffe. “Acho que essa é uma área em que Charles poderia beneficiar ao trabalhar um pouco, porque ele não é um tipo que conduz mais rápido quando está zangado”.











