Esteban Ocon elogiou o diretor de prova da FIA, Rui Marques, por ter adiado de forma rápida e segura o início da corrida de Sprint do Grande Prémio de Miami devido à chuva intensa, salientando que a fraca visibilidade e as condições meteorológicas invulgares tornaram inseguro o início da corrida a tempo.
Quando a chuva passou, a pista secou rapidamente, permitindo que a corrida – vencida por Lando Norris, da McLaren – prosseguisse em condições mais seguras. Ocon elogiou a decisão, dizendo que ela evitou uma situação perigosa.
“Sinceramente, eles portaram-se muito bem”, afirmou. “Fiquei muito impressionado com o novo diretor de corrida porque não conseguia ver nada. Eles tomara logo a decisão, apesar de o nível de aderência ser bom. Mas foi um pouco estranho com o brilho do sol, a humidade, que fica no ar. Todos nós também tivemos problemas com as nossas viseiras, com alguma água a entrar. Foi muito estranho não conseguirmos ver tanto quanto isso. E depois quando recomeçámos, era bastante seguro, obviamente, porque estava bastante seco. Mas era disto que precisávamos, caso contrário não teria sido seguro.”
Ocon também celebrou a sua “melhor qualificação do ano” em Miami, onde se classificou em nono lugar, entre Charles Leclerc e Yuki Tsunoda. Ocon atribuiu a melhoria do desempenho a uma grande mudança de afinaçãoapós uma corrida Sprint difícil.
Foto: Philippe Nanchino/ MPSA











Aproveitando os elogios do Ocon, vou falar do que se passou hoje com a F1 Academy. Quem é o director de prova desta competição? Assistimos a um quase remake do famigerado GP da Bélgica de 2021. Vinte minutos atrás do safety car, debaixo de chuva torrencial, com várias pilotos a saírem de pista. Foi preciso tanto tempo para verem que não havia condições de correr? E ainda marcaram hora de recomeço, antes de verem que tal não seria possível, por causa da F1. Não sei se havia outras provas de apoio, mas não teria sido mais lógico terem organizado os… Ler mais »