Lewis Hamilton terá um ano 2025 muito diferente do que têm sido as últimas épocas. Mas pode também ser um ano decisivo para o piloto britânico chegar ao oitavo título, feito inédito na F1.
A mudança de Lewis Hamilton para a Ferrari criou ondas choque um pouco por toda a internet, há um ano. Desde então que a mudança do britânico para a Scuderia tem criado uma expetativa tremenda. Não só porque dois dos grandes nomes da F1 se juntaram, mas também por ser um cenário praticamente impensável não há muito tempo.
Esta parceria inesperada traz também muita expetativa. Afinal a Ferrari procura um título desde 2008 e Lewis Hamilton procura um histórico oitavo título. Se a Ferrari e Hamilton chegarem ao sucesso desejado, pode escrever-se uma das mais belas páginas do desporto. Mas para isso é preciso que a Scuderia consiga dar um carro competitivo aos seus pilotos.
A Ferrari tem mostrado alguns laivos de competitividade, mas que se misturam demasiado com momentos menos brilhantes que afastam a equipa do topo. Mas será mais ou menos unânime que a Ferrari não precisa de uma mudança radical para chegar ao topo e no ano passado, terminou a temporada com excelentes apontamentos. Assim, a Ferrari pode ser das favoritas para este ano.
Estamos ainda no mundo da hipótese, mas se a Ferrari conseguir fazer um bom trabalho, poderá estar mais perto do título. Por conseguinte, também Lewis Hamilton. E porque 2025 é decisivo? Porque as incógnitas para 2026 são gigantes. Para vermos uma mudança de igual proporção, teríamos de recuar a 2014, no primeiro ano da era híbrida. Uma mudança tão profunda pode mudar a face da grelha. A Ferrari até pode ficar mais forte, ou pode ficar mais longe do título. Seja como for, 2025 dá um pouco mais de garantias para Hamilton.
No entanto, o sucesso do britânico, mesmo com um carro competitivo, não é garantido, porque do outro lado há Charles Leclerc, que também quer o seu primeiro título. Mais ainda, espera-se que as diferenças sejam muito curtas, com outras equipas a querem chegar ao topo, pelo que a tarefa de Hamilton, numa equipa diferente e métodos de trabalho diferentes pode ser bem mais difícil. Mas olhando ao que a Ferrari fez no ano passado, Hamilton tem motivos para estar otimista para agarrar o que mais ninguém conseguiu.











