João Monteiro e Nuno Morais no BRP Can-Am Maverick R da South Racing Can-Am têm feito um Dakar regular, mantêm-se pelo 12º lugar, mas a etapa maratona foi complicada, terminando-a em 16º lugar dos Challenger, mas estabilizaram a sua posição e têm vindo a recuperar posições desde o 17º que estavam no fim da etapa maratona.
Depois de um sexto posto no prólogo, um 17º na Etapa 1 do Dakar para João Monteiro e Nuno Morais: “A primeira etapa mostrou-nos o lado mais duro do deserto. Com um ritmo bom e a desfrutar ao máximo da nova máquina, um simples fio partido por uma galha fez derreter parte da cablagem das ventoinhas do motor e assim perder muito tempo” recordou João Monteiro que no final da semana fez o balanço: “o Dakar não perdoa. Quando achamos que dominamos o deserto, ele prova que ainda temos muito para aprender. Logo na primeira etapa, um simples galho fez derreter parte da cablagem do carro. Foi um pequeno problema, mas com consequências que nos perseguiram até à etapa maratona. No segundo dia, quando seguíamos novamente entre os três primeiros, nova parte da cablagem cedeu de novo, deixando-nos sem pedal de acelerador.
Foi um teste à nossa resiliência, mas também ao espírito desta equipa incrível que nunca desiste. Agora, no dia de descanso, foi colocar tudo em ordem e garantir que o carro volta a 100%. O foco está em voltar mais fortes e lutar até ao último quilómetro”, disse.












