O anúncio da saída de Kevin Magnussen da Haas no final da época marcou também o início do fim d caminha do dinamarquês na F1, nesta segunda passagem pelo Grande Circo. Magnussen era o piloto mais antigo da Haas, correu com a equipa de 2017 a 2020 e regressou em 2022.
A Haas já tinha assinado com Oliver Bearman, júnior da Ferrari, para um lugar em 2025. As opções de Magnussen para continuar a sua carreira na F1 eram limitadas e dependiam das decisões futuras de outrém. O cenário mais provável é o regresso de Magnussen ao mundo da resistência, algo que admitiu que faria de bom grado e que acabou por se confirmar com a sua entrada na BMW. Chegou ao fim uma carreira digna, de um piloto que acabou por não chegar onde muitos pensavam, talvez afetado pela sua primeira passagem pela McLaren.
Depois da HAAS ter anunciado a saída de Kevin Magnussen no final da época, o lugar vago iria ser ocupado por Esteban Ocon, de 27 anos, que depois de nove épocas de Fórmula 1, ruma agora à equipa de Gene Haas. Para a HAAS, Esteban Ocon será o primeiro vencedor de um Grande Prémio a correr com um dos seus carros desde que a equipa entrou no desporto em 2016.
O francês tem uma relação anterior com o chefe de equipe da Haas, Ayao Komatsu, já que o chefe japonês projetou Ocon no seu primeiro teste de F1 em 2014 com a Lotus (que agora opera sob a bandeira da Alpine) em Valência.













