Foi um fim de semana devastador para a Aston Martin. Após os despistes de Lance Stroll e Fernando Alonso na qualificação, a equipa teve de correr contra o tempo para deixar os carros prontos para a corrida em poucas horas — e fizeram um trabalho notável. Mas a má sorte persistiu: Lance Stroll sequer conseguiu largar, pois um pião durante a volta de formação, possivelmente causado por falha nos travões, deixou-o preso na gravilha.
Enquanto isso, Fernando Alonso começou bem, mantendo-se na zona de pontuação durante a maior parte da prova. No entanto, outro problema nos travões após o reinício da corrida fez com que perdesse ritmo, caindo para fora do top 10. Além disso, o espanhol sofreu um desconforto nas costas devido aos saltos do carro na pista, terminando num desolador 14º lugar.
Para Mike Krack, Diretor da Equipa: “um fim de semana para esquecer para a nossa equipa. Um fim de semana sem pontos e brutal, que afetou a equipa que trabalha na pista e no AMRTC.
Olhando para os aspetos positivos, foi um esforço hercúleo de ambas as equipas, com um calendário reduzido, para colocar os dois carros na grelha a tempo.
Também uma menção especial à FIA e à F1 por terem sido pragmáticas e flexíveis com o calendário, permitindo que os pilotos e as equipas dessem um espetáculo aos apaixonados fãs sul-americanos.
Na volta de formação, parece ter havido um problema com o carro do Lance durante a travagem.
Ele conseguiu arrancar, mas o AMR24 ficou encalhado na gravilha, o que fez com que o seu dia terminasse prematuramente. Vamos ter de investigar o que aconteceu, mas foi inesperado.
O Fernando esteve nos pontos durante a maior parte da corrida, mas também bloqueou os pneus traseiros e foi empurrado para o fundo do pelotão.
Ele sentiu-se muito desconfortável no final da corrida devido ao piso irregular, pelo que a nossa prioridade é garantir que ele está bem.
Depois da nossa recente fase de forma, temos de assumir a responsabilidade por não termos dado ao Lance e ao Fernando o carro que eles merecem. Eles estão a ser muito pacientes, mas estamos a pedir-lhes demasiado neste momento.









