A sorte e o azar tiveram um papel preponderante no dia da Toyota. Depois dos azares do acidente de Takamoto Katsuta, e a falha nos turbos dos carros de Elfyn Evans e Sébastien Ogier, a Toyota planeou aproveitar a assistência flexível em Lamia para o fazer, e o azar começou logo aqui, por ser uma assistência flexível, e não uma assistência normal em que há mecânicos e trabalhar em cada carro.
Mas no caso das assistências flexíveis, as coisas processam-se de forma diferente. Ainda assim, em condições normais, os 30 minutos de assistência flexível permitiam a troca, mas foi aqui que a Toyota teve azar, a somar ao azar que já tinha tido com as falhas.
O problema, foi que houve atrasos na manhã da prova, e segundo Latvala, os mecânicos não puderam trabalhar nos carros um após o outro, pois com o atraso a assistência flexível foi cancelada e a equipa passou a ter os carros ao mesmo tempo, e quem estava a reparar o carro de Elfyn Evans não podia desdobrar-se e trocar também o turbo do Yaris de Ogier, que teve de ir para os troços da tarde com o mesmo turbo, que depressa começou a evidenciar o mesmo problema do outro carro.
É uma falha muito, mas como se percebe, acontece. Se fosse uma assistência ‘normal’ ou não tivesse havido atrasos, apesar do stress dos mecânicos, que tinha que “dar ao pedal” em princípio conseguiriam, mas com o atraso, foi impossível. No desporto, qualquer detalhe conta. Por vezes, resolve-se, outras, complica e muito. Foi este o caso e trata-se da luta pelo Mundial de Ralis…










