Quando se soube que Carlos Sainz teria de ser submetido a uma cirurgia depois de diagnosticada uma apendicite, a Ferrari decidiu colocar o piloto britânico Oliver Bearman ao volante do monolugar. O jovem estava na Arábia Saudita para a ronda da Fórmula 2 e, inclusivamente, tinha alcançado a pole position para a corrida principal de sábado, sendo o título desta série um objetivo do próprio Bearman e da Ferrari Driver Academy.
Frédéric Vasseur esclareceu a decisão de ter sido Oliver Bearman o piloto substituto em vez de opções experientes como Antonio Giovinazzi e Robert Schwarzmann, também pilotos de reserva da equipa italiana.
“Tomei a decisão no inverno [de colocar Bearman como piloto de reserva da equipa de F1] porque no ano passado achei que era um pouco estúpido pedir ao Antonio para conduzir em 22 ou 24 corridas, enquanto estava a fazer o programa LMH ao mesmo tempo”, disse o responsável da Scuderia, salientando ainda que “o [programa] LMH é muito importante para nós – é um grande desafio – e não quero pedir ao Antonio ou ao Schwarzmann para viajarem connosco e fazerem uma semana de F1 e uma corrida pelo meio na semana a seguir ao Catar. Foi por isso que decidimos ter o Ollie connosco”.
Tanto Giovinazzi como Schwarzmann competem no Campeonato do Mundo de Resistência na classe Hypercar. Enquanto o piloto italiano regressou aos comandos do Ferrari 499P nº 51 na equipa de fábrica, Schwarzmann é um dos pilotos da tripulação do nº83 do LMH italiano na equipa da AF Corse. Como o Campeonato FIA de Fórmula 2 também regressa à pista na Austrália, servindo de série de apoio à Fórmula 1, Oliver Bearman volta a ser o piloto de reserva de serviço, como Vasseur confirmou.










