Hoje foi um dia de emoções fortes na caravana e Carlos Sainz, que terminou em terceiro hoje, está agora bem mais clamo do que nos últimos dias. Ele ou Sébastien Loeb teriam de quebrar, mais cedo ou mais tarde. Tocou ao francês, que terá de esperar pelo menos mais um ano para vencer o Dakar. Agora, Sainz pode agora encarar a última etapa com toda a tranquilidade e oferecer à Audi o seu primeiro triunfo no Dakar: “Para nós correu tudo bem, tivemos um furo, um furo lento perto da meta. Depois de apanharmos o Seb (Loeb), conduzimos com cuidado. Foi muito difícil com tantas pedras. Por vezes, bastava olhar para cinco metros à frente do carro e conduzir devagar para ver se tínhamos sorte. Eu estava a conduzir muito devagar. Por vezes vale a pena conduzir devagar, mas por vezes, mesmo a conduzir devagar, podemos ter um furo.
Ainda faltam 170 quilómetros. Sei muito bem que neste rali é preciso cruzar a linha de chegada e é isso que vamos tentar fazer. Agora estamos a concentrar-nos no dia de amanhã e vamos analisar bem o carro, porque a etapa foi muito, muito dura, e ver se conseguimos terminar amanhã. Se a diferença é mais de uma hora, então não preciso de me apressar…”.












