2023 começou de forma periclitante para a McLaren. Andreas Seidl saiu para o projeto Audi no final de 2022, entregando a liderança a Andrea Stella, que teve de lidar com mais um arranque difícil da McLaren que ditou o afastamento de James Key, na altura diretor técnico, o que motivou uma pequena revolução no seio da equipa de Woking.
Seidl saiu e o arranque pouco conseguido da McLaren em 2023 levou Zak Brown a mudar peças-chave da equipa e, mais uma vez, parece ter feito isso com astúcia e rigor. A mudança era expetável. O agora ex- Diretor Técnico nunca trouxe a mudança e o salto qualitativo que se esperava. E na entrada para esta nova era, em que se esperava uma McLaren mais próxima da frente, vimos uma equipa a perder força e, pior, a repetir erros.
A contratação de David Sanchez, que saiu recentemente da Ferrari, serve para colmatar a saída, com uma reestruturação na liderança da equipa. Key sai da McLaren sem nunca termos visto uma equipa capaz de produzir soluções interessantes e um carro realmente competitivo, nos últimos dois anos. A McLaren não demorou muito a implementar mudanças, depois de um ano desapontante e um começo ainda pior nesta época.
O trabalho de Key ainda permitiu à equipa recuperar algum terreno e a McLaren terminou o ano com nota bem positiva, mas a saída de foi a “cereja no topo do bolo” da remodelação, com lideranças renovadas. Brown não perdeu tempo e fez o que parece ser uma boa alteração.











