A série de maus resultados da Aston Martin coloca pressão sobre uma estrutura que superou as expetativas no arranque da temporada, mas que se deixou ultrapassar pela concorrência, depois de construir uma boa margem. Mike Krack, diretor da Aston, defende que a equipa não está perdida com este novo pacote aerodinâmico, apesar da disparidade de resultados e performances, com o uso do novo pacote e do antigo nos GP dos EUA e do México.
“Penso que quando estamos perdidos, começamos a lançar os dados, a tentamos coisas que não são razoáveis e este não é o caso. Temos discussões de engenharia muito focadas, pesando as opções umas contra as outras e, embora não queiramos começar a partir das boxes, é muito importante compreendermos os resultados que temos na equipa e depois tomarmos decisões pragmáticas. Não é fácil, mas é a forma correta de avançar”.
“Na corrida de Austin, estávamos bastante satisfeitos com a forma como correu, mas depois chegamos ao México e não estamos onde pensamos que devíamos estar e o carro não faz o que esperamos. É algo que temos de resolver, porque há outras pistas com baixa velocidade [curvas] e características diferentes, por isso é importante perceber o que estamos a fazer. A melhor solução para perceber é reverter para algo, comparando com algo que se conhece, e isso, do ponto de vista da engenharia, é a melhor abordagem.”












