Os acontecimentos do GP dos EUA em Austin levaram a FIA a vir a público explicar como funciona o processo de controlos de legalidade pós-corrida e como garante a equidade na Fórmula 1.
Os ecos do que se passou nas verificações técnicas após a corrida de Austin foram fortes e provavelmente vão ter consequências.
A corrida de domingo no Circuito das Américas foi tensa, primeiro quando Lando Norris liderou a primeira volta e depois Lewis Hamilton passou para a frente antes de Max Verstappen assumir definitivamente o comando. A aproximação de Hamilton nas últimas voltas foi bom de se ver, mas depois de ficar aquém do esperado, Hamilton nem sequer conseguiu os 18 pontos pelo segundo lugar devido a uma infração técnica.
Tanto Hamilton como Charles Leclerc – originalmente classificado em sexto lugar – foram desclassificados por terem demasiado desgaste na prancha que está debaixo do carro, com os patins que são verificados e concebidos para medir o quão baixo um carro está a correr para estar em conformidade com os regulamentos. Tanto Hamilton como Leclerc foram desclassificados do Grande Prémio dos Estados Unidos por terem demasiado desgaste na prancha debaixo do carro e uma maquinaria tão complexa leva tempo a ser verificada, mas isso também significou que muitos adeptos abandonaram o circuito horas antes de o resultado final ser conhecido e fora do circuito, muitos estiveram provavelmente a falar do feito de Hamilton em quase ter conseguido chegar a Verstappen, quando afinal seria tudo inútil. E se Hamilton vencesse a corrida? O desfecho seria exatamente o mesmo do segundo lugar que obteve em pista: desclassificado
Agora no México é bem provável que os membros das equipas falem sobre a forma como as verificações pós-corrida são abordadas, com a FIA a selecionar os carros aleatoriamente numa tentativa de dissuadir as equipas de forçarem demasiado os limites, mas a verdade é que dois dos quatro carros verificados no domingo à noite falharam no mesmo item. Nem todos são verificados, mas provavelmente outros estariam ilegais, mas não foram verificados.
Todos conhecem as regras, e a verdade é que não há uma solução simples, mas esperam-se muitas opiniões sobre se algo poderá ser feito de forma diferente no futuro.











